12 de julho de 2026
PL OU MDB?

Eduardo Prado cobra Márcio Corrêa após prefeito faltar a evento do PL

Prefeito já tem acerto com a base governista, mas ainda não fez declaração pública de apoio. É o que o parlamentar cobra dele
Deputado Delegado Eduardo Prado exige posicionamento de Márcio Corrêa. (Foto: Alego)
Deputado Delegado Eduardo Prado exige posicionamento de Márcio Corrêa. (Foto: Alego)

Depois de se ausentar do Rota 22, evento promovido pelo PL em Anápolis no último sábado (14), o prefeito Márcio Corrêa (PL) foi cobrado pelo deputado estadual Eduardo Prado (PL). O parlamentar exige que o anapolino se posicione abertamente sobre quem apoiará na corrida ao Palácio das Esmeraldas. Embora tenha sido eleito pelo PL, Corrêa tem acordo para caminhar com Daniel Vilela (MDB).

O parlamentar lembra que Ronaldo Caiado (PSD) disse à imprensa que o prefeito de Anápolis estará na base, embora o vereador Vitor Hugo (PL), quadro mais próximo a Corrêa no partido, afirma que o anapolino estará com Wilder.

“Ele tem que se posicionar. Do lado de lá o Caiado fala que ele vai para lá. Do lado de cá o Major Vitor Hugo e ele próprio me ligou dizendo que não sai do PL porque deve o mandato dele ao nosso partido, ao presidente Bolsonaro que aqui esteve, ao senador Wilder que mandou milhões de reais e deu estrutura para ele”, afirmou.

Prado vai além. Para ele, deixar de caminhar junto com o PL pode significar a morte política de Corrêa. “Eu digo que o Márcio tem duas saídas: apoiar ou apoiar o Wilder. Até porque, se ele sair do PL e apoiar o Daniel Vilela, vai se arrebentar politicamente. Nós demos toda a estrutura para ele. Se não fosse nosso partido, o senador e o presidente Bolsonaro, Márcio não era prefeito. Ele tem quer gratidão a isso e respeito à nossa legenda. Tenho um respeito muito grande pelo Márcio, mas político tem que se posicionar. Falta isso no Márcio. Fica esse lenga lenga. Temos que ouvir da boca dele”, destacou.

O deputado disse que tem cobrado de Wilder uma reunião com o prefeito para ouvir da boca dele a decisão sobre a eleição deste ano. “Quero fazer um reunião para ouvir dele. Já falei para Wilder que temos que ouvir dele. Não dá para ficar postergando”, revelou.


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