17 de maio de 2022
Economia

Economias do G-20 crescem 0,8% no 1º trimestre; Brasil avança apenas 0,2%

O crescimento das economias do G-20 aumentou no primeiro trimestre de 2012, mas em um ritmo que variou amplamente, de acordo com dados divulgados hoje pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A aceleração do crescimento na Austrália, Alemanha, Japão, Coreia do Sul e México conduziu a melhora, enquanto as economias de outros membros do grupo desaceleraram ou estabilizaram.

O Produto Interno Bruto (PIB) dos membros do G-20 no primeiro trimestre aumentou 0,8%, em relação ao último trimestre do ano passado, segundo a OCDE. A alta foi melhor que o crescimento de 0,7% reportado no quarto trimestre de 2011, na comparação com o trimestre anterior. O PIB do Brasil teve crescimento de 0,2%, estável em relação ao quatro trimestre de 2011.

De acordo com os dados, a economia do Japão saiu da estagnação observada no quarto trimestre para uma expansão de 1,2% no primeiro trimestre de 2012. Apesar de ter desacelerado levemente em comparação com o aumento de 1,9% no quarto trimestre do ano passado, a economia da China cresceu 1,8% no primeiro trimestre, o ritmo mais rápido de expansão entre os países do G-20.

Continua após a publicidade

Somente duas economias do G-20 contraíram no primeiro trimestre. O PIB do Reino Unido teve queda de 0,3%, pelo segundo trimestre seguido, enquanto o da Itália recuou 0,8, após cair 0,7% no quarto trimestre de 2011. Os economistas tinham previsto que essas economias permaneceriam em recessão nos primeiros três meses deste ano.

As últimas pesquisas e dados sugerem que a aceleração não transitou para o segundo trimestre de 2012, e que os números oficiais mostrarão que o ritmo de expansão econômica para o G-20 como um todo diminuiu nos três meses até o final de junho, à medida que o aprofundamento da crise financeira da zona do euro enfraqueceu a confiança de empresários e consumidores em todo o mundo.

Espera-se que os líderes do G-20 centrarão muitas das discussões de uma reunião na próxima semana, no México, sobre maneiras para resolver a crise da zona do euro e embarcar em uma recuperação econômica sustentada. (As informações são da Dow Jones via Agência Estado)

Continua após a publicidade

Leia mais sobre:
Economia