A deputada Magda Mofatto é mais um dos ativos disputados na pré-campanha por base e oposição. A parlamentar noticiou que retornaria ao PL em fevereiro e deixaria o PRD numa costura para tentar levar o partido do ex-presidente Jair Bolsonaro para a base de Daniel Vilela (MDB). Não deu certo e os dois grupos estão atentos às movimentações dela.
A base publicamente dá como certa a permanência de Mofatto. Ela, inclusive, poderia ser o nome não divulgado por Bruno Peixoto dentro na chapa a deputado federal da Federação Renovação Solidária (SD-PRD) – anunciada no início da semana. A nominata tem 17 pré-candidatos e apenas cinco mulheres. Falta um nome e, para cumprir a cota feminina, precisa ser mulher.
Por outro lado, nas últimas semanas o PL iniciou uma articulação para tentar convencê-la a disputar a eleição pela legenda. Ao DG, ela evitou comentar o assunto. “Tenho até 3 de abril para me decidir e vou fazer isso no prazo”, desconversou a deputada, em referência à janela partidária que permite troca de legenda a deputados sem punição por infidelidade partidária.
Nesta semana, o grupo governista anunciou que o deputado federal Daniel Agrobom vai deixar o PL para apoiar a candidatura de Daniel Vilela. Sem Mofatto, portanto, restaria da bancada bolsonarista apenas Gustavo Gayer, pré-candidato ao Senado.
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