19 de agosto de 2022
Articulações políticas • atualizado em 04/08/2022 às 07:13

Decisão judicial devolve comando do Pros ao grupo que apoiava Pablo Marçal e Caiado

O comando do Pros havia sido entregue a Eurípedes Gomes Júnior que colocou uma série de dúvidas nas decisões tomadas pelo grupo de Holanda
Pros apresenta Pablo Marçal como candidato a presidência da República ao lado do presidente nacional Marcos Holanda e do diretório goiano, Dhone Rodrigues (Foto: Divulgação)
Pros apresenta Pablo Marçal como candidato a presidência da República ao lado do presidente nacional Marcos Holanda e do diretório goiano, Dhone Rodrigues (Foto: Divulgação)

Decisão judicial assinada pelo ministro-relator Antônio Carlos Ferreira reconsiderou a decisão que havia conduzido novamente Eurípedes Gomes Júnior à presidência do Pros e devolveu a Marcos Vinicius Chaves de Holanda o comando do partido que havia costurado alianças com Pablo Marçal e o governador Ronaldo Caiado. O documento foi publicado as 22h46 desta quarta-feira (03/08).

O relator destacou, entre outros pontos, que a “súbita e precária alternância da direção da agremiação partidária”, em um momento em que os partidos realizam convenções partidárias poderia “ensejar perigo” às candidaturas já aprovadas pelo Pros. A nova direção colocava em xeque as mesmas. O fim do período de convenções já é nesta sexta-feira (05). 

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O comando do Pros havia sido entregue a Eurípedes Gomes Júnior que colocou uma série de dúvidas nas decisões tomadas pelo grupo de Holanda, entre elas, a candidatura de Pablo Marçal à presidência da República e mirado apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em Goiás, a legenda já havia cravado apoio ao governador Ronaldo Caiado (União Brasil), mas a nova direção iria rever os posicionamentos. 

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O advogado Ramon Cândido que assumiu o Pros em Goiás por apenas algumas horas é próximo ao ex-prefeito de Aparecida, Gustavo Mendanha, pré-candidato ao Governo pelo Patriota. Ele iria conversar com correligionários na manhã desta quinta-feira (14/08) mas a decisão judicial torna sem efeito sua nomeação. 

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Em Goiás, o Pros voltou a ser comandado por Dhone Rodrigues, que costurou e conduziu as articulações para que o partido deixasse a candidatura própria e rumasse o apoio para o governador Ronaldo Caiado.