24 de maio de 2024
Aliados • atualizado em 02/02/2024 às 23:27

De olho na Presidência, Caiado deseja conseguir apoio de Bolsonaro para as eleições de 2026

O governador ressaltou ainda que o União Brasil não vai caminhar com o Presidente Lula nas eleições municipais deste ano
Governador de Goiás, Ronaldo Caiado e o ex-presidente, Jair Bolsonaro. Foto - Divulgação
Governador de Goiás, Ronaldo Caiado e o ex-presidente, Jair Bolsonaro. Foto - Divulgação

Na busca de ser o sucessor do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (UB) disse que deseja conseguir o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para disputar à Presidência da República em 2026. A confirmação foi feita em entrevista ao jornal O Globo, no último sábado (27).

Aliado do ex-presidente, que está inelegível até 2030, Caiado ressaltou a importância do apoio de Bolsonaro em sua campanha de 2026. ”Eu sou extremamente respeitoso em relação às decisões pessoais do ex-presidente Bolsonaro, mas não posso negar a importância do apoio dele na campanha. Trabalharei, sim, para ter o apoio dele à minha candidatura”, destaca.

Presidente do União Brasil em Goiás, Caiado garantiu que o partido não vai caminhar com o Presidente Lula nas eleições municipais de 2024. De acordo com o governador o União Brasil é um partido de uma visão conservadora, e seguirá sendo.

”Hoje, caminha ao lado do governo nos projetos de interesse do país, mas não acredito que vá caminhar com o Lula nas eleições de 2026. Eu, por exemplo, administro um estado em parceria com prefeitos do PT e do PSB, mas não estarei no palanque deles”, ressalta.

Tente outra vez…

Vale lembrar que esta não é a primeira vez que o governador Ronaldo Caiado entra na disputa para a Presidência da República. No ano de 1989, o atual presidente do União Brasil em Goiás, ficou em 10º lugar no pleito que contou com 22 candidatos.

Portanto, para 2026, Caiado promete fazer por merecer o apoio de Bolsonaro. “Eu preciso fazer por onde merecer este apoio (de Bolsonaro). Mas ele conhece os meus valores apresentados desde a campanha de 1989, quando eu já defendia a propriedade privada e os valores conservadores”, destaca.


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