10 de agosto de 2026
INFRAESTRUTURA

Complexo viário do Trevo da Havan, em Anápolis, deve custar R$ 250 milhões

Não há previsão para iniciar a obra, que passa por estudos de viabilidade e elaboração de projetos
Projeto para o trevo da Havan, em Anápolis. (Foto: Reprodução/Ecovias/Cortesia Rádio São Francisco)
Projeto para o trevo da Havan, em Anápolis. (Foto: Reprodução/Ecovias/Cortesia Rádio São Francisco)

O complexo viário que promete desafogar de forma definitiva o trânsito no entroncamento das BRs-060 e 153, no viaduto Miguel Moreira Braga, conhecido por Trevo da Havan, em Anápolis, está orçada em pouco mais de R$ 250 milhões. Os valores foram divulgados pela Ecovias Araguaia, concessionária do trecho, em audiência pública nesta quinta-feira (9).

O encontro foi mais uma da agenda de revisão quinquenal do contrato de concessão. A prefeitura de Anápolis tem pressionado para que a obra seja adiantada. Por contrato, ela está prevista para começar entre o fim de 2030 e 2031.

Desde maio estão em execução obras mais simples, que adicionaram uma faixa de rolamento na rotatória e vão criar novos acessos de direita livre, que já estão previstas no projeto final apresentado pela concessionária e pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

O projeto apresentado cria novos viadutos que passam por cima do Miguel Moreira Braga, que conduz a BR-060 sobre a avenida JK. Estas estruturas farão uma conexão direta para a Avenida JK para motoristas que vão que vão adentrar a cidade, além de também destravar o Anel Viário do Daia, o conectando também com a JK.

O superintendente da Ecovias, Fabiano Martins de Medeiros, disse que tem sido realizado um estudo que já discutiu 22 alternativas. “É um tema complexo. Nós achamos que, depois desse estudo, estamos muito perto de ter uma solução definitiva”, afirmou em entrevista à Rádio São Francisco.

Ainda não há previsão de início da obra, que passa por um período prévio de análise de viabilidade técnica, econômica e ambiental. A Ecovias também vai elaborar os projetos executivos antes do início das obras. A estimativa é que todo o processo demore quatro anos, mas a concessionária admite que algumas etapas podem ser antecipadas.

O prazo para que a população participe e dê sugestões para a revisão quinquenal acabam no dia 31 de julho. O processo é feito por este link.


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