24 de maio de 2024
Economia

Comércio estima contratar 3,5 mil para atender demanda do fim de ano em Goiânia

Bruno Ribeiro, da Fecomércio, tem boas perspectivas para o fim de ano. (Foto: Silvio Simões/Fecomércio)
Bruno Ribeiro, da Fecomércio, tem boas perspectivas para o fim de ano. (Foto: Silvio Simões/Fecomércio)

O comércio de Goiânia deve gerar 3,5 mil postos de trabalho nos últimos meses de 2021. É esta a estimativa da Fecomércio, com base em indicadores da Confederação Nacional do Comércio (CNC). Se confirmado, o número será o maior nos últimos sete anos.

Para o especialista em investimentos e consultor de assuntos financeiros da Fecomércio Goiás, Bruno Ribeiro, a estimativa é excelente. De acordo com ele, o dado comprova que a economia local está crescendo para sair da crise causada pela pandemia.

“Com base em nossas análises nos últimos meses, fomos destaques na diminuição do endividamento das famílias. Agora subimos a confiança do empresário local. Então temos toda uma perspectiva positiva de que essa retomada tenha ainda mais vigor até o fim deste ano”.

Confiança do comércio

Outro fator decisivo foi o alto índice de confiança do empresário, que vem em uma crescente desde junho de 2021. “Esta alta, faz com que o empresário contrate mais, gere mais emprego, tenha um nível de expansão das atividades. Isso tudo favorece o cenário econômico, que se torna positivo, tanto no contexto local quanto nacional”, explica o consultor.

Saiba mais: comércio varejista goiano tem crescimento

Bruno Ribeiro destaca que, apesar do contexto otimista, ainda podemos encarar alguns fatores de risco. Um deles é o aumento do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF). “É importante pontuar que temos um cenário econômico incerto, nacional e internacional, além do IOF, a alta do dólar, por exemplo, mas ainda assim, podemos tirar boas perspectivas para o fim de 2021”.


Leia mais sobre: / / / / Destaque / Economia