26 de maio de 2022
Destaque • atualizado em 24/01/2022 às 09:14

Com servidores afastados, 84 escolas em Goiânia não tiveram retorno 100% presencial

Fotos: Fábio Chagas
Fotos: Fábio Chagas

Em Goiânia, 84 das 370 instituições da rede municipal de Educação não retornaram às aulas de forma 100% presencial em razão do afastamento de servidores durante o aumento no número de casos da Covid-19. Neste caso, as atividades de forma remota foram adotadas.

“Nós tivemos 84 instituições que não voltaram totalmente. Destas, 65 voltaram parcialmente, por conta do fechamento de turmas ou de turno”, afirmou o secretário da Educação de Goiânia, Wellington Bessa, em entrevista ao Bom dia Goiás na manhã desta segunda-feira (24).

De acordo com o secretário, tal fechamento ocorre com o intuito de garantir a segurança nas unidades. “Em caso de infecção de dois ou mais alunos ou profissionais de determinada turma, essa turma é suspensa por questão de segurança pelo prazo de sete dias. Se duas ou mais turmas do mesmo turno apresentarem dois ou mais casos de contaminação, o turno todo será suspenso pelo prazo de sete dias”, explicou.

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Wellington Bessa destacou que na primeira semana de volta às aulas já foi registrado um número significativo de casos de profissionais infectados com a Covid-19 e isso fez com que o retorno não acontecesse de forma 100% presencial. Entretanto, salientou para as providências com o intuito de suprir o déficit.

 “Tivemos um volume bastante grande de profissionais apresentando atestados em decorrência da Covid. Graças a Deus não casos graves, mas casos de infecção”, disse o secretário. “Convocamos 1.800 profissionais, somente na última semana, para suprir esse déficit”, acrescentou.

Com relação aos cuidados neste momento de alta nos casos, Bessa afirmou que as instituições municipais de Goiânia seguem com rigor os protocolos sanitários para evitar a disseminação da Covid-19, o que faz com que os riscos de contaminação sejam menores nas unidades escolares. “Nas escolas, hoje, nós temos um cenário controlado, onde é garantida, sim, a segurança dos profissionais”, frisou.

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