25 de junho de 2022
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Pelo menos 10 deputados estaduais não vão disputar a reeleição em 2022

Dois parlamentares vão deixar a vida partidária enquanto a maioria tentará a cargos em Brasília
Plenário da Alego. Legislativo goiano deve ter renovação de pelo menos 23% em 2023 (Foto: Alego - Valdir Araújo)
Plenário da Alego. Legislativo goiano deve ter renovação de pelo menos 23% em 2023 (Foto: Alego - Valdir Araújo)

Se até ao fim do período pré-eleitoral as pré-candidaturas postas confirmarem-se, pelo menos oito deputados estaduais irão tentar outros cargos nas eleições em 2022, seja na Câmara ou no Senado Federal. Tião Caroço (UB), não deverá concorrer à reeleição e abandonará a política partidária e Iso Moreira (UB), que ainda está em recuperação das sequelas da Covid-19, também deve ficar fora do pleito.

A petista Adriana Accorsi, Alysson Lima (PSB), Jefferson Rodrigues (Republicanos), Humberto Teófilo (Patriota), Rafael Gouveia (Progressistas) e os tucanos Hélio de Sousa e Lêda Borges irão tentar ir para a Câmara dos Deputados em Brasília. Já o presidente da Casa, Lissauer Vieira (PSD), deve ser o candidato do governador Ronaldo Caiado ao Senado Federal.

São dez parlamentares eleitos como deputados estaduais que hoje não irão às urnas tentar a reeleição, o que representa uma renovação de 24% na Assembleia Legislativa em 2023. O percentual poderia ser ainda mais alto, se levado em conta os eleitos em 2018 e que renunciaram ou tiveram seus mandatos cassados ao longo do curso, como o caso de Vinicius Cirqueira (Pros), que perdeu o cargo em setembro de 2021. 

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O democrata Diego Sorgatto (UB) renunciou ao cargo em dezembro de 2020 para assumir a Prefeitura de Luziânia e o radialista Humberto Aidar também pediu para sair e assumiu uma cadeira no Tribunal de Contas do Município (TCM), em fevereiro deste ano. Consideradas estas cadeiras, o percentual de renovação poderia ultrapassar os 31%.