23 de abril de 2024
Limpeza

Cinquenta toneladas de algas são retiradas do lago do Jardim Botânico

Algas retiradas do lago serão usadas para compostagem, no Jardim Botânico
Remoção das plantas aquáticas assegura circulação da água e preservação do ambiente (Foto Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) – Prefeitura de Goiânia).
Remoção das plantas aquáticas assegura circulação da água e preservação do ambiente (Foto Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) – Prefeitura de Goiânia).

Cerca de 50 toneladas de algas foram retiradas do lago do Jardim Botânico, pela Prefeitura de Goiânia, por meio da Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma). O fenômeno reconhecido como “água verde” acontece todos os anos e de acordo com o superintendente de Gestão Ambiental e Licenciamento da Amma, Ormando José Pires, o trabalho é manual, com equipamentos próprios para a retirada das plantas.

“Essa ação evita a propagação descontrolada das algas, que podem prejudicar a fauna aquática existente no lago”, explica Ormando.

Segundo o superintendente, a qualidade da água dos lagos da capital é constantemente monitorada pela equipe técnica da Amma, por meio de análises físico-químicas.

As algas retiradas do lago serão usadas para compostagem, no próprio Jardim Botânico. As macrófitas aquáticas serão desidratadas e misturadas a outros substratos para plantio de novas mudas nativas.

“É uma matéria orgânica que pode ser utilizada em compostagem, devido à sua leveza e capacidade de aerar o substrato, o que facilita o enraizamento”, explica o biólogo da Amma Jailton Castro, responsável pelo Jardim Botânico.

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Pollyana Cicatelli

Jornalista e assessora de imprensa com pós-graduação em Comunicação Organizacional. Responsável pela editoria de cultura / diversão e colunista de turismo no Diário de Goiás. * Contato e sugestão de pauta: [email protected]