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O ministro das Cidades, Alexandre Baldy, demonstrou maturidade e habilidade na longa entrevista que deu ao jornal Opção desta semana. Baldy resistiu à pressão dos jornalistas para revelar seu posicionamento na eleição deste ano e mostrou amplo conhecimento da estrutura que administra (e que vai liberar R$ 70 bilhões em investimentos até o fim do ano). 

 

Sobre a decisão de não concorrer à reeleição e ficar no cargo até dezembro deste ano, o ministro disse que esta é uma oportunidade de participar como protagonista do que chama de “reconstrução” do País e que abrir mão desta oportunidade seria pensar apenas nos seus interesses pessoais. 

 

“Tenho hoje, na minha vida pessoal, a oportunidade mais expressiva e desafiadora de fazer tudo que eu possa realizar para a reconstrução do meu País. Se eu fosse individualista – pensar única e exclusivamente na minha posição –, como tradicionalmente se pensa, poderia dizer que a decisão de me afastar do ministério para ser candidato seria natural”, afirmou o ministro.

 

Baldy revelou que recebe em média 60 prefeitos por dia no seu gabinete e que, mesmo assim, encontra tempo para visitar as comunidades atendidas com recursos do governo federal - em geral, pobres. Ele disse que está sendo uma oportunidade única de conhecer os problemas do Brasil. “Estou tomando um banho de povo”, brincou.

 

O ministro, que também é presidente do PP em Goiás, afirmou ainda que o comando do partido é uma função que demanda equilíbrio e que ele qualquer decisão sobre a eleição deste ano só vai ter tomada em conjunto, pelos deputados e principais líderes da legenda. 

 

Baldy disse que está fazendo o possível para democratizar o PP, que antes da sua chegada passou por momentos turbulentos. “Faço o que posso para valorizar figuras importantes, como deputado Balestra, e para garantir condições para eleição do deputado Sandes Júnior”, afirmou.

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