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A Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia informou que já são 15 casos confirmados de H1N1 na capital neste ano. O levantamento leva em conta dados de até 28 de março. Não há informações sobre número de suspeitos.

Em Aparecida de Goiânia, a Secretaria Municipal de Saúde afirmou haver 3 casos confirmados e 13 pacientes com suspeita de H1N1 que já foram encaminhados para exames.

Em Trindade, o diretor de epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde do município, Leonardo Isidório, comunicou 10 casos confirmados e 6 suspeitos. Todos os pacientes com suspeita de H1N1 são da Vila São Cottolengo, onde houve um surto da gripe no mês passado que causou duas mortes confirmadas por H1N1.

Leonardo frisou ao Diário de Goiás que os 6 pacientes estão isolados. A secretaria ainda aguarda o resultado do exame de sangue dos pacientes, encaminhados para o Laboratório Estadual de Saúde Pública Dr. Giovanni Cysneiros (Lacen) na quarta-feira (28).

Segundo o diretor, a revacinação dos moradores da Vila com doses restantes do ano passado teve bons resultados. Antes eram 52 pessoas com suspeita de H1N1 e agora esse número caiu para 6.

“Lavar as mãos com muita frequência, principalmente em domínios hospitalares, cobrir a boca com a mão quando espirrar e, ao sentir os sintomas, buscar um médico”, alertou Leonardo para as medidas de prevenção da doença. Febre, tosse, dor de garganta e falta de ar são sintomas da Influenza A, tipo H1N1.

Proteção

A SMS de Goiânia informou ao Diário de Goiás que repôs insumos, como máscara e luvas, em todas as unidades de saúde da rede municipal, ontem (1), no mesmo dia em que um pediatra da rede municipal morreu por suspeita de H1N1.

Segundo a secretaria, além dos médicos, que são orientados a usarem equipamentos de proteção, o Centro de Assistência Integral a Saúde (Cais) de Campinas está dando máscaras cirúrgicas a todos os pacientes com sintomas de gripe.

A secretaria de Aparecida de Goiânia informou que todos os hospitais estão equipados e os médicos são direcionados a usarem máscara cirúrgica. No entanto, as máscaras disponibilizadas não são as do tipo Bico de Pato N95, que protegem mais. Estas só são usadas em casos especiais com pacientes de quadro suspeito.

O diretor de epidemiologia de Trindade afirmou que os médicos são instruídos a usar máscaras cirúrgicas e, quando em procedimentos de emergência e urgência, devem usar as máscaras N95.

Leonardo Isidório informou que o medicamento antiviral está disponível em todas as unidades do município e os pacientes podem recebe-lo mesmo sem ter confirmação da doença. O Tamiflu reduz os sintomas do portador do vírus destruindo as células contaminadas, explicou o diretor. 

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