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Após uma série de reclamações sobre a qualidade da merenda fornecida nos Centros Municipais de Educação Infantil (Cmei) de Goiânia e a falta de profissionais para atender as crianças por período integral, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego) iniciou uma movimentação junto à Prefeitura de Goiânia para tentar acelerar a solução do problema. De acordo com a presidente do Sintego, Bia de Lima, a mudança no processo de compra dos alimentos para a merenda escolar ocasionou diversos problemas.

“Uma coisa que tem nos preocupado muito é que os recursos demoram a chegar nas escolas. Antes, o recurso ia para a escola, que fazia a compra dos alimentos. Agora, a Secretaria Municipal de Educação centralizou a compra dos alimentos e depois manda para as escolas. Hoje é comprada carne de primeira, mas quem está lá na ponta [do processo de compra] às vezes compra de segunda ou terceira [qualidade] e acaba mandando muxiba para as escolas. Se tivesse mais zelo, poderia economizar e resolver. Mas se centraliza e não acompanha, o problema tende a ficar pior”, disse Bia de Lima.

Ao Diário de Goiás, a presidente informou que se reuniu com o secretário de Governo, Samuel Almeida nesta quinta-feira (22). “Passamos o dia inteiro no Paço justamente para acelerar essa questão dos concursados. Mas tem alguns prazos regimentais, aí acaba protelando a solução definitiva do problema [de falta de profissionais das unidades de educação]”, explicou.

Bia de Lima destacou que o Sindicato está pressionando para que sejam convocados pedagogos aprovados no último concurso público. Segundo a presidente, a administração municipal garantiu que será divulgada uma nova lista de convocação em breve. Nova audiência já foi marcada para a próxima segunda-feira (26) com o secretário Samuel Almeida e os titulares da Secretaria de Educação e de Finanças, respectivamente Marcelo Ferreira da Costa e Alessandro Melo da Silva.

Outras reivindicações

Além de tudo isso, o Sintego também reivindica o pagamento de reajuste de 6,81 aos professores, que deveria ser sido incrementado à folha desde janeiro; os 30% dos auxiliares educativos; e a continuação do pagamento da data-base de 2017 e de 2018 dos servidores administrativos.

“Eles dizem que vão pagar, e vão mesmo até porque é lei, mas não falam quando”, comentou Bia de Lima. A reunião na próxima segunda-feira também terá como pauta os reajustes daos servidores municipas. Prevista para as 10h, o encontro será a portas fechadas. 

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