O novo presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Anápolis, Luís Miguel Mendes, cobrou da prefeitura ações imediatas para o que ele classifica como ‘tripé básico’ para a requalificação do Centro da cidade. A entidade quer, com celeridade, limpeza, segurança e iluminação.
No fim da última semana, Mendes se reuniu com o secretário de Obras, Habitação, Meio Ambiente e Planejamento Urbano, Thiago Sá, e ouviu do representante da administração o compromisso de que estas intervenções serão feitas ainda em fevereiro.
“O Centro não tem atratividade para que o anapolino vá comprar. Você não tem ruas limpas, não tem iluminação e não tem segurança. O que o cidadão vai fazer no Centro? Precisamos de iniciativa do poder público para que tenhamos limpeza, iluminação e segurança. Esses pilares foram prometidos para fevereiro”, disse o presidente da CDL.
No ano passado, a prefeitura de Anápolis realizou um concurso e escolheu três projetos que podem, mas não necessariamente serão, utilizados pela administração para a requalificação do Centro. A ideia é ampliar as calçadas, implantar Área Azul, reformar praças e patrimônio público, reorganizar camelôs e ambulantes e construir habitação popular. Não há previsão de que o projete saia do papel.
Para a CDL, “não há um remédio único” para as doenças que o Centro hoje padece, que vão desde o mau cuidado com as vias públicas à desistência de lojistas. Um diagnóstico da entidade verificou que há 172 espaços comerciais vagos na região, maior número desde que os levantamentos são feitos.
Para evitar um cenário de abandono ainda maior, Mendes defende que a revitalização do Setor Central não tenha “obras faraônicas”. “O transtorno não pode ser perene e a resposta precisa ser rápida”, ressalta.
A CDL se reúne, no mês de fevereiro, com 120 lojistas do Centro para discutir soluções. Na mesa estão campanhas para atrair o consumidor e projetos para os próprios comerciantes.
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