13 de junho de 2024
Investigação

Casal é preso por envolvimento em fraudes contra empresa de Aparecida

A polícia estima que o prejuízo financeiro causado à empresa seja superior a R$ 200 mil
A investigada, em interrogatório, confessou o crime e deu detalhes sobre o destino dos recursos financeiros. (Foto: PCGO).
A investigada, em interrogatório, confessou o crime e deu detalhes sobre o destino dos recursos financeiros. (Foto: PCGO).

Nesta segunda-feira (3), a Polícia Civil prendeu um casal suspeito de estelionato eletrônico e associação criminosa e de uma empresa do Polo Empresarial de Aparecida de Goiânia, por conta de fatos ocorridos durante o ano de 2023. A polícia estima que o prejuízo financeiro causado à empresa seja superior a R$ 200 mil.

A pedido dos advogados da empresa vítima, a autoridade policial passou a investigar os fatos praticados por uma ex-funcionária, que desempenhava atribuições de confiança no setor financeiro, em especial, a cobrança de débitos junto a clientes da pessoa jurídica. A suspeita atuava com o mesmo modus operandi e, ao cobrar clientes inadimplentes, a autora indicava que o pagamento dos títulos em aberto deveria ser realizado para contas bancárias não pertencentes à empresa.

Segundo as investigações, o dinheiro era destinado a pessoas do seu círculo íntimo (esposo) e social (amigos) e que, posteriormente, eram disponibilizados a ela. Para que a administração da empresa não descobrisse a conduta ilícita, a autora procedia com o adiamento, de forma adulterada, das datas do vencimento dos títulos no sistema interno da empresa, dificultando a identificação imediata da fraude.

A investigação também descobriu a participação de outros envolvidos que se associaram, de forma clandestina e deliberada. Diante da gravidade dos fatos apurados, a polícia representou pela prisão temporária da ex-funcionária e do seu companheiro, beneficiário econômico, bem como outras cautelares necessárias. A investigada, em interrogatório, confessou o crime e deu detalhes sobre o destino dos recursos financeiros.


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Elysia Cardoso

Jornalista formada pela Uni Araguaia em 2019