11 de julho de 2026
Esportes

Capitão do Brasil, Marquinhos aponta diferença entre as Copas do Mundo de 2022 e 2026

Zagueiro Marquuinhos - Seleção Brasileira (Foto - Rafael Ribeiro)
Zagueiro Marquuinhos - Seleção Brasileira (Foto - Rafael Ribeiro)

Capitão da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, Marquinhos chega ao Mundial como uma das principais referências do elenco comandado por Carlo Ancelotti. Prestes a disputar mais uma edição do torneio, o zagueiro do Paris Saint-Germain acredita que o Brasil chega mais preparado do que na Copa do Catar, quando a equipe foi eliminada pela Croácia nas quartas de final. Para o defensor, as experiências acumuladas nos últimos anos ajudaram a formar um grupo mais maduro para enfrentar os desafios da competição.

Ao comparar os dois ciclos, Marquinhos destacou a evolução da equipe e o aprendizado adquirido após a eliminação de 2022. “É uma seleção diferente, mais madura. A gente passou por situações que nos fizeram crescer. Hoje estamos mais preparados para enfrentar uma Copa do Mundo”, afirmou o zagueiro, que deve formar a dupla de defesa titular ao lado de Gabriel Magalhães durante o Mundial disputado nos Estados Unidos, México e Canadá.

O companheiro de zaga, inclusive, foi um dos assuntos abordados pelo capitão brasileiro. Após a final da Liga dos Campeões da Europa, vencida pelo PSG diante do Arsenal, uma cena chamou atenção. Antes mesmo de comemorar a conquista do título europeu, Marquinhos correu para abraçar Gabriel Magalhães, que havia desperdiçado uma das cobranças na disputa de pênaltis. O defensor revelou que aquele momento imediatamente o fez lembrar da eliminação brasileira para a Croácia.

“Quando vi o Gabriel ali, na hora, veio a imagem que eu vivi na Copa de 2022. Eu sabia exatamente o que ele estava sentindo naquele momento”, declarou Marquinhos. Segundo ele, a dor da derrota e a responsabilidade carregada por quem erra em momentos decisivos são sentimentos que deixam marcas profundas, algo que ele próprio vivenciou vestindo a camisa da Seleção Brasileira.

O capitão explicou que o abraço foi uma forma de reconhecer a grande temporada realizada pelo companheiro e impedir que um único lance apagasse todo o restante de sua trajetória. “Antes de comemorar o título, eu queria abraçá-lo. Queria que ele soubesse que uma cobrança de pênalti não apaga tudo o que ele fez na temporada”, destacou. Agora reunidos novamente na Seleção Brasileira, Marquinhos e Gabriel Magalhães chegam à Copa do Mundo como pilares do sistema defensivo do Brasil e com a missão de liderar o país na busca pelo hexacampeonato.


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