A Câmara Municipal de Goiânia aprovou nesta terça-feira (9) o projeto, enviado pelo prefeito Sandro Mabel (UB), que atualiza vencimentos dos servidores do Magistério Público da capital, conforme o Piso Salarial da Educação Básica para o ano de 2026. A oposição, no entanto, reclama de uma emenda ‘jabuti’ que ampliou o prazo de contratos temporários.
A proposta de modificação foi apresentada na semana passada pelo vereador Wellington Bessa (Mobiliza), líder do prefeito na Casa. No texto, ele propõe autorizar a ampliação, de dois para cinco anos, o prazo do contrato de servidores temporários da rede municipal de educação.
A emenda foi duramente criticada pela oposição, que tentou derrubá-la, mas foi minoria. Kátia Maria (PT) apontou riscos para o Instituto de Previdência dos Servidores de Goiânia (Goiâniaprev). Aava Santiago apresentou outra emenda, para que o prefeito justifique, em caso de prorrogação, a necessidade e descrição do quantitativo de vagas, mas o texto foi rejeitado.
A aprovação do projeto preocupa servidores efetivos e, sobretudo, aprovados em concurso que aguardam convocação, uma vez que a prorrogação dos contratos temporários reduz a necessidade de pessoal no primeiro momento.
O projeto que autoriza o pagamento do Piso Nacional do Magistério para os professores também permite pagamento de benefícios como gratificações de regência de classe, auxílio locomoção e gratificação pelo exercício de atividades de pesquisa, capacitação e técnico educacionais especializadas.
O texto deve ser sancionado ainda nesta terça-feira pelo prefeito.
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