26 de maio de 2022
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Caldas Novas adia Carnaval para maio e passa a exigir passaporte de vacina ao servidor público

Foto: Divulgação/Prefeitura de Caldas Novas
Foto: Divulgação/Prefeitura de Caldas Novas

A Prefeitura de Caldas Novas publicou, nesta quinta-feira (20), um novo decreto com medidas restritivas para conter o avanço da Covid-19 no município. O documento entra em vigor a partir da próxima segunda-feira (24) com regras endurecidas, em especial para a realização de eventos.

Fica suspenso, até 18 de fevereiro, a realização de eventos organizados pelo Poder Público Municipal, com exceção do Carnaval de Rua que, de acordo com o documento, foi cancelado. A festividade, no entanto, deve acontecer no mês de maio. “Anunciamos hoje também que o Carnaval Antigo, realizado tradicionalmente na cidade, foi adiado para o mês de maio”, ponderou o prefeito da cidade, Kleber Marra.

O novo decreto também exige que todos os servidores municipais comprovem ao secretário ou diretor da pasta ou autarquia, a qual está vinculado, a vacinação. A implementação da modalidade de teletrabalho e revezamento fica autorizada mediante estrita e fundamentada necessidade e possibilidade, nas unidades administrativas.

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Ficam suspensos, ainda, de acordo com o novo decreto, os eventos de médio e grande porte. Com relação aos eventos particulares será necessária a concessão de alvará do Comitê de Enfrentamento à Covid-19 para serem realizados. Somente serão protocolados requerimentos de autorização para eventos que enquadrem como pequeno porte.

Em estabelecimentos como restaurantes, lanchonetes e similares é permitido somente público sentado, respeitado o distanciamento de 1,5m entre as mesas e fica proibida a pista de dança. Em hotéis, flats, locais destinados a hospedagem, restaurantes, lanchonetes e similares, igrejas, continua limitada a 75% da capacidade do local. 

Em publicação nas redes sociais, o Executivo Municipal salienta que o prefeito de Caldas Novas, Kleber Marra, se recupera de sintomas leves causados pela recente reinfecção da doença. Entretanto, explica que apesar do avanço da vacinação e dos casos não serem graves, foi preciso tomar uma medida para conter o avanço do contágio da doença.

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