O ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) teve uma participação focada em agregar os prefeitos presentes no encontro da base em Rio Verde nesse sábado (9) para um esforço visando eleger Daniel Vilela (MDB) no primeiro turno da eleição desse ano. Ele chamou os prefeitos e outros líderes políticos pelo nome e enfatizou a importância para sua própria campanha à Presidência da República que Vilela tenha bom desempenho em Goiás.
Também disse que angariou apoio de segmentos como os evangélicos, algumas igrejas católicas e da classe médica. Em alfinetada a outros líderes políticos que classificam a região, onde o agronegócio é forte, como oposição, Caiado lembrou seu histórico nesse setor e seus 40 anos de vida política. “Não sou ‘sabor de agro’, sou agro raiz”, afirmou.
Antes, durante entrevista coletiva, ao lado da ex-primeira-dama e pré-candidata ao Senado, Gracinha Caiado (UB), o ex-governador comentou com muito otimismo a sua caminhada pelos estados para falar sobre a eleição presidencial. Ele disse que tem sido chamado para estar em diferentes cidades. “Hoje saio daqui e eu vou para Franca, em São Paulo, de lá para São Sebastião, em Minas Gerais, e de lá eu ainda chego em São Paulo hoje”, citou.
Perguntado pelo editor-geral do Diário de Goiás, jornalista Altair Tavares, sobre o almoço entre os presidentes Lula (PT) e Donald Trump, na quinta-feira, nos EUA, o ex-governador aproveitou para criticar Lula, candidato à reeleição, por sua postura na negociação sobre minerais críticos. “O presidente Lula chega lá fragilizado, porque ele quis ser simpático com as terras raras para poder ver se sensibilizava, para ver se o Trump realmente não considera as facções criminosas como terroristas. Veja que ponto nós estamos chegando”, alfinetou.
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