14 de outubro de 2026
cenário eleitoral • atualizado em 26/03/2026 às 15:29

Caiado defende debate sem ataques e diz que “ninguém quer baixaria ou agressão na eleição”

Em entrevista à CNN Brasil, o governador Ronaldo Caiado afirma que alianças seguem em aberto, critica pesquisas sem debates e pede campanhas baseadas em propostas e fatos.
O governador Ronaldo Caiado durante entrevista à CNN Brasil, na qual defendeu uma campanha eleitoral sem agressões e com foco em ideias. Foto: Reprodução/Redes Sociais.
O governador Ronaldo Caiado durante entrevista à CNN Brasil, na qual defendeu uma campanha eleitoral sem agressões e com foco em ideias. Foto: Reprodução/Redes Sociais.

O governador de , Ronaldo , defendeu um ambiente eleitoral mais propositivo e com menos confrontos pessoais durante entrevista à CNN Brasil em nesta quinta-feira (26). Ao comentar as articulações políticas e o cenário para as próximas eleições, Caiado afirmou que “ninguém quer baixaria ou na eleição”, reforçando a necessidade de um debate baseado em ideias e propostas.

Segundo o governador, a construção de alianças ainda está em aberto. Ele descartou definições antecipadas sobre uma possível “chapa pura” e destacou que o momento é de diálogo com diferentes partidos. “Está tudo em aberto. […] Aliança é sempre bem-vinda no processo. Vamos buscar aliados dos demais partidos”, disse, sinalizando uma estratégia de ampliação de apoios políticos.

Caiado também criticou a antecipação de pesquisas eleitorais sem que haja exposição suficiente dos . Para ele, o eleitor precisa conhecer melhor os postulantes antes de avaliar intenções de voto. “Não adianta nada pesquisa sem debate. […] Como é que você pode ter uma pesquisa que você não conhece os candidatos?”, questionou. O governador ainda ponderou que índices de rejeição também devem ser considerados na análise do cenário eleitoral.

Ao abordar a condução do debate político, Caiado reforçou que defende uma postura firme, mas baseada em fatos. “Ninguém quer ver cadeirada, ninguém quer ver agressão, baixaria. O que se quer ter é constatação”, afirmou. Ele citou o político Carlos Lacerda para defender que a linguagem na política deve ser direta: “Não se deve apelidar as palavras. Quando a pessoa desviou o dinheiro público, não, ele roubou o dinheiro público”.

Apesar de rejeitar ataques pessoais, o governador argumentou que apontar irregularidades não configura agressão, mas sim parte do debate político. “Você tem que dizer aquilo que é. Isso faz parte da boa política. Não é agressão alguma”, completou.

Por fim, Caiado voltou a criticar a gestão federal e o histórico recente do país, mencionando os governos do Partido dos Trabalhadores. Segundo ele, o Brasil enfrenta atrasos em comparação com outras nações e precisa de uma liderança com experiência e capacidade de articulação entre os Poderes.


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