Presente no paddock do GP do Brasil de MotoGP, em Goiânia, o ex-capitão da Seleção Brasileira, Cafu, falou com o Diário de Goiás sobre sua relação com o motociclismo, a expectativa para o evento e também sobre o futuro de Neymar na Seleção. O pentacampeão mundial também foi confirmado como responsável por dar a bandeirada de chegada na corrida Sprint deste sábado, reforçando o caráter simbólico da etapa brasileira.
Apaixonado por velocidade, Cafu revelou que o interesse pelas motos vem desde os tempos de jogador, apesar das restrições impostas pelos contratos no futebol. “Eu sempre fui apaixonado por motos. Na realidade, sempre gostei, mas devido aos contratos, éramos proibidos até de chegar perto, pelo risco e pelo perigo.”
Mesmo com as limitações, ele contou que sempre buscou acompanhar o esporte de perto: “Sempre procurei ir aos autódromos, assistir corridas. Depois que parei de jogar futebol, essa paixão aumentou ainda mais.”
“Só depende dele”
Ao Diário de Goiás, Cafu também comentou a situação de Neymar visando a próxima Copa do Mundo. Para o ex-capitão, a decisão passa exclusivamente pelo próprio jogador. “Só depende dele. Ele tem dois meses para se preparar, treinar. A decisão está aberta.” O ex-jogador destacou que, caso esteja em boas condições físicas, o camisa 10 pode ser decisivo. “A gente espera que até lá ele esteja 100%, porque pode nos ajudar muito a conquistar uma Copa.”
“Difícil é jogar final de Copa”
Em tom descontraído, Cafu também brincou sobre a responsabilidade de dar a bandeirada na Sprint. “A bandeirada é fácil. Difícil é jogar uma final de Copa do Mundo. Mas pilotar como esses meninos pilotam… isso sim é difícil.” Para ele, o retorno da MotoGP ao Brasil representa um momento especial. “Só de estar aqui e ver a MotoGP de volta ao Brasil já é algo fantástico.”
Leia mais sobre: Autódromo Ayrton Senna / MotoGP 2026 / Esportes / MOTOGP

