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Próximo das 10h, os manifestantes pró-Lula que estão acampados no entorno da sede da superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, fizeram uma assembleia para decidir questões envolvendo o acampamento montado no local.

Gritando palavras de ordem, principalmente "Lula livre", os acampados definiram líderes para cuidar de tarefas como limpeza, organização, cozinha, infraestrutura e segurança.

Ao final, os coordenadores do acampamento falaram com a imprensa. Segundo Roberto Baggio, da Frente Paraná Brasil, a intenção é manter a manifestação próximo à PF até que Lula seja solto.

Os coordenadores do acampamento pró-Lula afirmam que também haverá um movimento permanente em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal e ao menos um ato no Rio de Janeiro, neste domingo (8). Eles exigem a soltura do ex-presidente.

Em Curitiba, os protestantes prometem uma convivência pacífica com os moradores do local. "Há uma orientação para que os acampados não aceitem provocações de qualquer tipo, vamos ter a atitude de pacificação, porque não queremos causar nenhum tipo de problema para os vizinhos", declarou Baggio, da Frente Brasil Popular.

Conforme Regina Cruz, da CUT, já há no local manifestantes dos estados da Bahia, Maranhão, Espírito Santo, Mato Grosso, Santa Catarina, entre outros. Segundo ela, há ao menos 40 ônibus com caravanas pró-Lula indo em direção ao local para integrar o grupo.

"Só vamos usar o som e fazer falas caso necessário, vamos respeitar a lei do silêncio e dar atenção aos moradores", disse. (Folhapress) 

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