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Petistas já têm traçado um plano de contingência para eventual expedição do mandado de prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A intenção é garantir que Lula esteja cercado de amigos e apoiadores caso o juiz Sergio Moro determine sua prisão.

A orientação, segundo petistas, não é opor resistência ao cumprimento do mandado de prisão. Mas evitar que Lula esteja sozinho no momento de sua consumação. Aliados de Lula afirmaram que o ex-presidente está preocupado com o risco de confrontos, e ameaça até se apresentar ao menor sinal de truculência.

Militantes farão a partir das 14h desta terça-feira (3) uma vigília diante do prédio onde Lula vive, em São Bernardo do Campo. Na quarta-feira (4), data do julgamento do pedido de habeas corpus do ex-presidente no STF (Supremo Tribunal Federal), haverá uma concentração às portas do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, também em São Bernardo do Campo.

É lá que Lula deverá assistir ao julgamento do STF. Os ministros do STF analisarão um habeas corpus apresentado pela defesa de Lula para que eventual decretação de prisão só possa ocorrer após esgotados todos os recursos legais disponíveis.

Lula foi condenado em primeira e segunda instâncias. Mas ainda restam apelações aos tribunais superiores: STJ (Superior Tribunal de Justiça) e STF.

Em 2016, em um placar apertado, o STF entendeu como possível a prisão após condenação em segunda instância. Esse tema volta a ser discutido na quarta-feira. (Folhapress)  

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