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Supremo Tribunal Federal. (Foto: Nelson Jr./STF)
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A defesa do advogado José Yunes, ex-assessor e amigo pessoal do presidente Michel Temer, pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) a revogação de sua prisão. Ele foi detido nesta manhã pela Polícia Federal. 

A investigação está no âmbito do inquérito que investiga Temer e apura se houve irregularidade em um decreto da área portuária que beneficiou a empresa Rodrimar, assinado em maio de 2017.

A operação foi determinada pelo ministro Luís Roberto Barroso. No documento, seus advogados afirmam que Yunes já depôs sobre os fatos relativos ao inquérito. 

"Dois meses após o início das investigações, no dia 30 de novembro de 2017, José Yunes prestou depoimento sobre os fatos em investigação, no presente inquérito, oportunidade em que respondeu a todos os questionamentos formulados pela autoridade policial", escreveram os defensores.

Eles acrescentam que Yunes prestou outros dois depoimentos que incluem perguntas que lhe foram feitas nesta manhã. "Mesmo já tendo, em três oportunidades distintas, prestado declarações nos autos principais, o requerente foi surpreendido, na data de hoje, com uma ordem de prisão temporária, para que fosse, pela quarta vez, inquirido sobre os mesmíssimos fatos", diz a defesa. 

O criminalista José Luis Oliveira, que defende Yunes, afirma que ele tem 81 anos, é primário "e passa por sérias complicações de saúde".

"Nesse sentido, não há motivos para se manter José Yunes preso temporariamente, pois o requerente não representa qualquer risco para o bom andamento das investigações ou a colheita de provas", diz o documento. (Folhapress)

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