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Para o senador e pré-candidato Wilder Moraes (PP), a base marconista não quer a participação do PP na aliança da eleição 2018, em Goiás, junto com o PSDB. Até o dia 5 de junho, segundo ele, o PP fará um encontro para decidir sobre o apoio para governador de Goiás e o radar do partido está conectado com a oposição a Marconi Perillo (PSDB).

“Hoje, o PMDB já sinalizou que quer a gente. O DEM também já sinalizou que quer. O único que não quer é a base (marconista). Se a base não quiser, nós vamos ter que caminhar noutro sentido”, declarou o senador ao repórter Carlos Nascimento da Rádio Bons Vento de Goiânia, nesta quinta, 22.

Na quarta, 21, estiveram reunidos os principais nomes do PP, em Goiás. O próprio Wilder e Alexandre Baldy (Ministro das Cidades), Sandes Júnior (deputado federal), Roberto Balestra (deputado federal) com o presidente nacional Ciro Nogueira.

A opinião do senador Wilder já foi explicada desde setembro de 2017 quando ele dizia que seria candidato nem que fosse sozinho. “Eu não tenho problema com ninguém, nem com o PMDB, nem com o Caiado. Sou amigo de todo mundo e não brigo com ninguém. Só não serei candidato na base se a base não me quiser. Sou candidato nem que seja sozinho e tenho essa garantia no PP”.

Em 27 de novembro de 2017, numa reunião festiva na fazenda Toca da Orca, o senador dizia que "Zé Eliton (vice governador de Goiás) será governador por seu trabalho e dedicação. Tenho muito apreço e admiração pela competência deste líder". Agora, ele defende uma aliança com a oposição.

Em 18 de março de 2017, em outro evento na mesma fazenda, Marconi Perillo fez uma declaração que repercutiu muito no ambiente político. “Olha aqui, do jeito que as coisas estão indo... e eu sou um cara leal, eu gosto de ajudar quem me ajuda... do jeito que as coisas estão indo, pelo menos dois votos eu já decidi: José Eliton e Wilder Morais.”. Ouça o áudio, aqui.

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