12 de julho de 2026
POLÍTICA

Baldy nega pressão para desistir e garante: “sou pré-candidato ao Senado”

Ex-presidente da Agehab disse ainda que "ninguém teria coragem" de pressioná-lo para recuar de candidatura
Alexandre Baldy garante que mantém projeto ao Senado. (Foto: Agehab)
Alexandre Baldy garante que mantém projeto ao Senado. (Foto: Agehab)

O ex-presidente da Agência Goiana de Habitação (Agehab), Alexandre Baldy (PP), negou que venha sendo pressionado para desistir da disputa ao Senado Federal. Ele foi o quarto nome da base do governador Daniel Vilela (MDB) a se colocar no jogo, mas nos bastidores sempre foi tratado como alguém que poderia recuar.

Apesar dos rumores, Baldy disse ao DG que “nunca houve qualquer pressão (pela desistência) e foi além: “Sou presidente de partido e ninguém teria coragem de fazer pressão neste sentido”. Questionado se manteria a candidatura até o fim, o pepista, que acompanha a Copa do Mundo nos EUA, foi breve: “eu sou pré-candidato ao Senado da República”.

A base tem, além de Baldy, os nomes de Gracinha Caiado (UB), Gustavo Mendanha (PRD), Vanderlan Cardoso (PSD) e Zacharias Calil (MDB) na disputa pelo Senado. Quando se tinha esperança de uma aliança com o PL para a chapa de Daniel Vilela, o discurso é de que seriam apenas dois candidatos: Gracinha e Gustavo Gayer (PL), que à época trabalhou pela união.

Contudo, depois do fracasso nas negociações e a decisão do PL em bancar a candidatura de Wilder Morais, abriu-se brecha para que os demais candidatos se apresentassem. Baldy foi um deles e, apesar dos rumores, foi tratado como pré-candidato ao Senado em todos os encontros regionais promovidos pela base governista.

“A pluralidade de nomes demonstra a força do grupo político que compõe a base aliada do governador Daniel Vilela. É natural tentarem convergência no momento adequado, sendo uma avaliação circunstancial. O importante é estarmos alinhados com o projeto de continuidade e desenvolvimento para Goiás”, avaliou o ex-presidente da Agehab.

O senatoriável também detalhou os planos da Federação União Progressista (UB-PP) e deu uma perspectiva ousada. Ele aposta na eleição de até oito nomes da federação para a Câmara dos Deputados e 15 para a Assembleia Legislativa de Goiás (Alego).

“Na federação o nosso poder de construção de um partido maior, ficou ainda mais efetivo. Por esta razão dividimos tarefas e buscamos construir o maior partido do estado após esta eleição”, disse.


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