25 de junho de 2022
Mundo • atualizado em 12/02/2020 às 23:49

Aviões deixam de sobrevoar península do Sinai, após suspeita de ações terroristas

A companhia aérea francesa Air France e alemã Lufthansa informaram que não vão sobrevoar a península do Sinai, no Egito, até obter esclarecimentos sobre a tragédia com o Airbus A321 que caiu neste sábado (31), causando a morte de 224 pessoas.

Trata-se de uma medida de precaução por causa de informações contraditórias sobre o possível envolvimento do grupo Estado Islâmico no acidente. Uma ala que diz estar ligada ao Estado Islâmico no Egito reivindicou ter abatido o avião russo.

O avião, que tinha como destino São Petersburgo, caiu ao sul da cidade egípcia de Al-Arish, capital da província do Norte Sinai, pouco depois de levantar voo de Sharm el-Sheik, com 224 pessoas a bordo. O avião pertence à companhia russa MetroJet (Kogalimavia).

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Caixa Preta

As autoridades egípcias encontraram a caixa-preta do avião russo que caiu na Península do Sinai, matando as 224 pessoas que estavam a bordo, anunciou em comunicado o gabinete do primeiro-ministro Sherif Ismail. A caixa-preta será agora analisada por especialistas. Segundo o comunicado, o Exército está ajudando na “transferência de 129 corpos” para funerárias e hospitais do Cairo.

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