Após a derrota do Atlético-GO para o Porto Vitória-ES por 3 a 2, pela 2ª Rodada da Copa Centro-Oeste, o presidente rubro-negro Adson Batista avaliou o desempenho da equipe alternativa utilizada no confronto. Em entrevista à Rádio Band News, o dirigente reconheceu que a atuação ficou abaixo do esperado, mesmo com a proposta de observar jogadores do elenco e das categorias de base.
“O objetivo é ver jogadores, ver quem pode ajudar na equipe principal. E alguns jogadores ficaram muito abaixo e mostram que não têm condição de ajudar. Algumas coisas foram positivas, mas a gente esperava muito mais, porque o jogo não foi de alto nível”, afirmou o dirigente.
Adson Batista também reforçou que a ideia do clube é manter esse modelo de utilização de um time alternativo na competição regional, em paralelo às disputas prioritárias da temporada. “A tendência, a intenção da diretoria e da comissão é manter esse formato, com os meninos da base e a equipe alternativa sendo utilizada na Copa Centro-Oeste”, destacou o presidente, deixando claro que a competição serve como laboratório para avaliação do elenco.
O dirigente ainda comentou a movimentação intensa do clube no mercado, com a chegada de reforços para a sequência da temporada. Ao todo, o Atlético contratou nomes como o goleiro Paulo Henrique, os laterais Ewerthon e Felipe Guimarães, o meia Assis e os atacantes Léo Tocantins, Geovany Soares e Gustavo Coutinho. Adson ressaltou a importância de qualificar o grupo, mas também deixou claro que a avaliação será constante dentro do dia a dia do clube.
Por fim, o presidente abordou a saída do atacante Kevin Ramírez, que foi emprestado à Chapecoense após não corresponder: “É um jogador que chegou com expectativa, mas não conseguiu entregar o que a gente esperava. Faz parte do futebol”, pontuou. Adson Batista ainda indicou que o clube deve ter mais cautela em futuras contratações, especialmente de atletas estrangeiros. “É um processo que a gente precisa avaliar com mais cuidado. Tem coisas positivas e negativas, então precisamos ter mais critério nessas decisões”, concluiu.
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