12 de fevereiro de 2026
ECONOMIA

Após 3 meses de alta, comércio varejista goiano registra a segunda maior queda do ano

Maior baixa foi no setor de hipermercado e mercado. Apesar do tombo, resultado no ano ainda é positivo

O volume de vendas do comércio varejista goiano caiu 1,6% em novembro de 2025, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio divulgada nesta quinta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esta é a segunda maior queda do ano e interrompe três meses de alta.

Na comparação com novembro de 2024, o estado assinalou estabilidade, ou seja, não houve crescimento nem retração. Com isso, a variação acumulada em 12 meses segue positiva, em 0,9%.

No Brasil, o volume de vendas do comércio varejista cresceu 1% frente a outubro, mês em
que teve alta de 0,5%. Com isso, a evolução do índice de média móvel trimestral para o varejo ficou em
0,5% no trimestre encerrado em novembro de 2025.

Hiper e supermercados puxam baixa

De acordo com a PMC, o grupo de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que possui o maior peso no estado, foi o que apresentou maior impacto. Houve retração de 2,2% nas vendas.

Foi a sexta queda em 11 meses de 2025. No entanto, o setor ainda acumula variações positivas de 0,1% no ano e de 0,2% em 12 meses.

Por outro lado, os setores de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (12,4%) e de Combustíveis e lubrificantes (4,4%) se destacaram como aqueles com maiores influências positivas para o índice goiano.

O primeiro não tem uma queda desde junho de 2020 (-1,5%) e obteve, em novembro, o segundo maior incremento de vendas em 2025. O segundo, por sua vez, voltou a crescer após catorze retrações consecutivas, mas ainda acumula variações negativas de 8,8% no ano e de 9,1% em 12 meses.


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