O Agir acertou nesta semana a filiação do subsecretário de Fomento e Competitividade da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), Leandro Ribeiro, ex-presidente da Câmara Municipal de Anápolis. Ele confirmou, ao anunciar a filiação, que é pré-candidato a deputado estadual neste ano.
Ribeiro, que teve frustrado seu projeto de lançar-se à prefeitura de Anápolis em 2024 e, depois, ficou sem a vice de Márcio Corrêa (PL), é tido como um quadro forte com potencial de vitória pelo partido. O presidente estadual, Fernando Meireles, calcula que a sigla poderá fazer até três cadeiras na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego).
Para isso, a legenda segue em busca de nomes testados na urna. Um dos nomes procurados é da prefeita de Campo Limpo de Goiás, Graciele Marta, hoje no União Brasil. Ela foi reeleita com 77% dos votos em 2024 e já recebeu convite. A definição, no entanto, ficará para os próximos meses.
Outra cotada é Thaís Souza (Republicanos), vereadora por Anápolis e que obteve quase 10 mil votos na corrida para a Alego, então pelo PP, em 2022. A parlamentar confirmou ao DG que foi convidada, mas a filiação é considerada difícil. Souza precisaria ser liberada pelo Republicanos para não perder o mandato por infidelidade partidária, e o Republicanos tenta convencê-la a disputar a eleição em outubro.
O médico Pedro Paulo Canedo, hoje no MDB, também foi procurado e pode se filiar ao Agir. Ele não deve ficar no partido de Daniel Vilela pela forte concorrência na chapa emedebista e busca nova legenda. Mas o martelo ainda não foi batido. Ele é filho de Pedro Canedo, deputado federal constituinte que também disputará o pleito de 2026 para a Câmara Federal provavelmente pelo PRD.
A deputada estadual Rosângela Rezende será a única mandatária na chapa do Agir e é tratada como o “teto de votos”, na casa dos 20 mil. Em 2022, Gugu Nader também foi eleito pelo partido, mas se desfiliou em 2024 para disputar a prefeitura de Itumbiara.
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