A participação do Brasil na Copa do Mundo de 2026 terminou de forma decepcionante e entrou para a história de maneira negativa. Eliminada pela Noruega nas oitavas de final, a Seleção encerrou o Mundial na 11ª colocação geral, sua pior classificação em 92 anos de história e também o pior desempenho desde a Copa de 1966. Com o encerramento das oitavas de final e a definição dos oito classificados às quartas, ficou confirmado que a equipe comandada por Carlo Ancelotti terminou atrás, inclusive, de México e Colômbia, seleções que também foram eliminadas no mata-mata.
Na fase de grupos, o Brasil estreou empatando por 1 a 1 com Marrocos. Depois, reagiu com uma goleada por 3 a 0 sobre o Haiti e fechou a primeira fase vencendo o Escócia por 3 a 0, garantindo a classificação para a segunda fase. No primeiro mata-mata, a equipe sofreu mais do que o esperado, mas venceu o Japão de virada por 2 a 1, assegurando vaga nas oitavas de final.
A campanha brasileira chegou ao fim diante da Noruega. Em Miami, Erling Haaland marcou os dois gols da equipe europeia, enquanto Neymar descontou em cobrança de pênalti. A derrota por 2 a 1 eliminou a Seleção e encerrou precocemente o sonho do hexacampeonato, frustrando a expectativa criada em torno da chegada de Carlo Ancelotti e do retorno de Neymar ao grupo durante a competição.
No total, o Brasil somou dez pontos na Copa do Mundo, com três vitórias, um empate e uma derrota. Apesar da mesma fase de eliminação de México e Colômbia, a equipe brasileira terminou atrás das duas seleções na classificação geral. Os mexicanos encerraram o Mundial com 12 pontos, enquanto os colombianos somaram 11, critério que definiu a posição final após o encerramento das oitavas de final.
A campanha deixa um cenário de forte pressão para a Seleção Brasileira no início do novo ciclo visando a Copa do Mundo de 2030. Depois de mais uma eliminação precoce e de um desempenho abaixo das expectativas, a comissão técnica terá pouco tempo para reorganizar a equipe, recuperar a confiança do torcedor e iniciar a preparação para os próximos desafios do calendário internacional.
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