ataques ciberneticos itsaSÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A ministra do Interior, Amber Ruud, afirmou neste sábado (13) que o governo britânico ainda não sabe quem está por trás dos ciberataques realizados na sexta-feira (12) que, entre outras centenas de alvos em pelo menos 74 países, atingiram o sistema de saúde do Reino Unido.

"Não podemos dizer quem está por trás dos ataques. Este trabalho ainda está em andamento", disse Ruud à rádio BBC.

Também neste sábado, a montadora francesa Renault interrompeu a produção em algumas unidades para prevenir a disseminação do crime cibernético. A montadora é a primeira grande empresa francesa a confirmar ter sido afetada pelo ataque.

ATAQUE

Uma onda de ciberataques aparentemente coordenados atingiu nesta sexta computadores de empresas e órgãos governamentais em pelo menos 74 países, incluindo o Brasil. Os hackers usaram ferramentas da NSA, a agência de segurança nacional americana, e brechas de proteção identificadas pelo governo dos EUA e vazadas.

Os alvos variaram do Ministério do Interior da Rússia à empresa espanhola Telefónica, passando pela gigante americana FedEx e pelo serviço nacional de saúde do Reino Unido, o NHS.

Além dos ataques identificados como tais, centenas de empresas pelo mundo decidiram desligar seus servidores por precaução.

As perdas geradas pelo ataque ainda não haviam sido estimadas e podem ir além do prejuízo financeiro.

No Reino Unido, pacientes de dezenas de hospitais e clínicas tiveram de voltar para casa e consultas foram canceladas. Mesmo as ambulâncias foram afetadas.

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