O governador Marconi Perillo afirmou na tarde desta quinta-feira (30/11) estar profundamente indignado com os episódios de tortura registrados em presídios do Estado, classificados por ele de "atos de pura barbárie. "Repudio a conduta criminosa de alguns servidores do Grupo de Operações Penitenciárias Especiais (Gope), flagrados em atos de pura barbárie, que são um atentado contra os direitos humanos e o Estado de Direito", disse o governador, em nota.

Marconi reafirmou a determinação para que o episódio seja plenamente esclarecido e os eventuais culpados, encaminhados à justiça. "Lamentamos profundamente os casos ocorridos, reiterando a adoção imediata de todas as providências necessárias, com extremo rigor, para que tais cenas jamais se repitam no sistema prisional do nosso Estado", disse. "São, certamente, episódios isolados, mas que servirão para que a Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária continue, como já o faz,  atuante e atenta no combate às às más condutas", afirmou o governador.

"Minhas convicções cristãs não se conformam com a crueldade das cenas. São atos covardes, promovidos por traidores dos princípios das nossas corporações, que estão entre as melhores do Brasil", disse Marconi. "Tal conduta nos constrange a todos e, como governador, me sinto consternado com a ousadia desses desvios, que, se não fossem prontamente rechaçados, como estão sendo, manchariam o trabalho das nossas forças de segurança pública", afirmou.

NOTA DO GOVERNADOR MARCONI PERILLO

Manifesto a mais profunda indignação diante dos episódios de tortura em presídios goianos, ocorridos há cerca de um ano e agora denunciados pelo Ministério Público Estadual. Repudio a conduta criminosa de alguns servidores do Grupo de Operações Penitenciárias Especiais (Gope), flagrados em atos de pura barbárie, que são um atentado contra os direitos humanos e o Estado de Direito.

Minhas convicções cristãs não se conformam com a crueldade das cenas. São atos covardes, promovidos por traidores dos princípios das nossas corporações, que estão entre as melhores do Brasil. Tal conduta nos constrange a todos e, como governador, me sinto consternado com a ousadia desses desvios, que, se não fossem prontamente rechaçados, como estão sendo, manchariam o trabalho das nossas forças de segurança pública.

Lamentamos profundamente, portanto, os casos ocorridos, reiterando a adoção imediata de todas as providências necessárias, com extremo rigor, para que tais cenas jamais se repitam no sistema prisional do nosso Estado. São, certamente, episódios isolados, mas que servirão para que a Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária continue, como já o faz,  atuante e atenta no combate às às más condutas.

Os identificados foram afastados e responderão, perante a lei, pelo absurdo dos atos registrados. Nosso compromisso é o de condenar sempre os excessos, para que as nossas instituições de promoção da segurança pública sejam preservadas e continuem trabalhando incansavelmente para garantir a plena paz social em nosso Estado, nas ruas e em nossas unidades de ressocialização.

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