Marconi concedeu entrevista a imprensa (Foto: Diário de Goiás)
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O governador de Goiás, Marconi Perillo, comentou a saída do PSDB do governo do presidente da República, Michel Temer. Para o chefe do executivo goiano, os Tucanos já não estavam mais no governo. Ele ressaltou que o PSDB continuará apoiando as reformas. Marconi Perillo declarou que o partido “não colocará fogo no país”.

“O PSDB já não estava mais no governo, o compromisso do partido era com as reformas. Não abro mão de apoiar as reformas, em especial da Previdência. Hoje os ministros que continuam no governo continuam na cota pessoal do presidente, mas nós não vamos pôr fogo no país, não vamos colaborar para que a situação piore”, afirmou.

O governador ressaltou alguns avanços no governo Temer, como redução da inflação e aumento e empregos. Marconi Perillo disse que o objetivo da participação dele no processo eleitoral no PSDB foi para colaborar com a unidade interna. Ele destacou que assim que Tasso Jereissati abriu mão da disputa, ele deveria fazer o mesmo, em prol da convergência.

“A unidade do partido. Eu entrei com esse propósito, colaborar com a unidade. O partido estava muito dividido. Havia muita tensão, principalmente na bancada federal, eu me coloquei a disposição para colaborar com a minha experiência. À medida que o senador Tasso abdicou da sua candidatura não teria porque eu não fazer a mesma coisa, em função do governador de São Paulo que por certo fará um grande trabalho”, declarou.

Marconi Perillo ressaltou que é preciso dividir de forma igual a representatividade regional dentro da executiva. “Independentemente de ser ligado a mim ou ao senador Tasso, tem que observar a força regional do partido. As lideranças importantes do partido precisam estar bem representadas. Regionalmente a executiva tem que estar bem representada”, destacou.

Saída do governo

Marconi Perillo disse ainda que o processo eleitoral no PSDB não altera o período que pretende sair do governo. Ele destacou que pretende ficar à frente da gestão estadual até o dia 5 ou 6 de abril.

A declaração foi dada em entrevista coletiva dentro do programa Viva Voz

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