Doria esteve em Goiânia e concedeu entrevista coletiva (Foto: Diário de Goiás)
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O prefeito de São Paulo, João Doria, fez um discurso a empresários do LIDE no Castros Park Hotel. Ele avaliou que a economia do país melhorou, fez crítica a adversários políticos. Em entrevista, ele negou ser pré-candidato, mas a atitude foi de quem planeja se credenciar a disputa à presidência da República.

Critérios

Ao Diário de Goiás, João Doria disse que o PSDB deveria adotar dois critérios para definir o candidato a presidente da República. Doria disse que ele é fruto de uma prévia do partido em São Paulo. Houve a definição e depois acabou sendo eleito da capital paulista.

“São dois critérios, das prévias – eu sou fruto delas, inclusive. Disputei as prévias do PSDB na Prefeitura de São Paulo e venci. Portanto, sou um defensor das prévias, é um bom mecanismo. Porque não ter as previas nacionais para o PSDB? É um critério, não estou dizendo que deva ser o critério. E também o olhar para as pesquisas e para aquilo que a ciência, através das pesquisas, aponta”, declarou.

Privatização

O prefeito de São Paulo defendeu a política do governo Temer de procurar privatizar estatais. “Apoio a privatização da Eletrobrás, concessão de rodovias e ferrovias. São medidas que vão acelerar o crescimento”, afirmou.

Doria disse que em São Paulo está desenvolvendo um programa de desestatização e que prevê a aprovação de leis em até 45 dias.

Críticas

Doria destacou que a economia nacional vem reagindo, apresentando melhoras. Ele disse que o PT provocou grave recessão. Doria disse que os 13 anos de PT foram de “mentira e mazela” e que trouxe desemprego ao país.

“A perspectiva é que vamos terminar com um crescimento de 0,5%. No ano que vem 3%. Para um país que viveu a pior recessão da sua história, é um fator altamente positivo. 13 anos de gestão do PT do Brasil produziram a maior recessão e quase 14 milhões de desempregados”, afirmou.

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