Deputados se manifestaram nesta terça-feira na Alego (Foto: Alego)
collage francisco jr e marlucio pereira

Os deputados Marlúcio Pereira (PSB), Santana Gomes (PSL) e Francisco Junior (PSD) estão indignados com o Banco Santander por conta de uma polêmica exposição sobre diversidade sexual no Rio Grande do Sul, patrocinada pela instituição financeira.
Nesta terça-feira, os três parlamentares alternaram-se na tribuna da Assembleia Legislativa para criticar o banco. Ele pediram que a Assembléia Legislativa, cuja conta oficial de pagamento dos servidores é mantida no Santander, encerre o vínculo financeiro com a instituição. 
Em coro, os deputados classificaram a exposição de afronta à família brasileira. A exposição Queermuseu, sediada no Santander Cultural, no Centro de Porto Alegre, entrou em cartaz no dia 15 de agosto e ficaria até o dia 8 de outubro, mas foi encerrada no último domingo (10). 
A perfil Carta Capitalista, no Facebook, que tem quase 150 mil seguidores, fez uma campanha para derrubar a avaliação da página do Santander Cultural. 

A mostra foi acusada pelo Movimento Brasil Livre (MBL) de  pedofilia, zoofilia e ainda promover a sexualização de crianças. Entretanto, o promotor Julio Almeida, em visita à exposição, não viu nas obras pedofilia e sexualização de crianças. 
Nas redes sociais, grupos de pessoas que são contrárias à exposição compartilharam imagens e vídeos descrevendo-a como "blasfêmia", "pornografia" e "imoralidade".

O MBL publicou a notícia do cancelamento da exposição com a legenda: “Vitória da pressão popular!". Em comunicado no Facebook, o Santander pediu desculpas e afirmou que "o objetivo da exposição era incentivar as artes e não gerar qualquer tipo de desrespeito e discórdia".

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