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ze eliton foto wildes barbosa 

“Temos dialogado muito com os partidos da base e com aqueles que estão vindo”, afirma o vice-governador Zé Eliton, pré-candidato PSDB ao governo. Eliton lembra que a aliança foi de 16 partidos em 2014 e que a expectativa é de ampliar esse grupo. “Ninguém governa sozinho”, diz. “A formação da chapa majoritária será amadurecida de maneira natural até o período das convenções partidárias”, projeta.

 

“Fico feliz em participar de uma base que tem tantos nomes qualificados”, diz o vice-governador. “Triste é ser candidato sem nenhum nome para a vice e ter que sair laçando alguém para compor a chapa”, afirma, numa referência o pré-candidato do DEM ao governo, Ronaldo Caiado. “Não é esse o nosso caso”, constata.

 

Zé Eliton declara estar “feliz” com o diálogo programático que estabelece com os partidos. Segundo ele, diversas legendas já expressam desejo de participar da chapa majoritária. “O PTB já manifestou isso publicamente, o PSD, o PSB, o PP e o SD também”, informa ele. “Cabe a nós, estabelecidas essas bases da aliança, ter a maturidade de construir o projeto para, na hora das convenções, filtrarmos quem tem o melhor perfil para compor a chapa”, acentua.

 

O vice-governador disse, ainda, que na chapa majoritária há vaga para vice-governador, duas para o Senado e quatro para suplentes de senador. Questionado sobre três nomes que estariam na disputa por cadeiras ao Senado, o senador Wilder Morais (PP), a senadora Lúcia Vânia (PSB) e o secretário Vilmar Rocha (PSD), da Secima, Zé Eliton disse que os espaços são objeto de discussão com os partidos e que os citados “têm credenciais que os qualificam de maneira muito sólida”.

 

Equilíbrio das contas

O vice-governador Zé Eliton disse, também, que o governo de Goiás conseguiu driblar a crise econômica do país muito melhor que outros estados, graças à visão do governador Marconi Perillo que promoveu o ajuste fiscal, diminuiu a estrutura do Estado e garantiu o equilíbrio das contas públicas. Ele destaca a “eficiência do gasto público”.

 

Eliton observa que todas as medidas adotadas pelo governo estabeleceram “uma política de ação e precaução”. De acordo com ele, a oposição se equivoca porque torce para que o Estado esteja em dificuldade, ao invés de procurar observar os dados com profundidade. “O balanço fiscal tem indicadores salutares, e o que precisamos fazer é manter a saúde fiscal do estado”, acentua.

 

O planejamento, antes de realizar concursos públicos e a revisão de contratos temporários e cargos comissões, segundo o vice-governador, foi fundamental para manter o equilíbrio na folha de pagamento do estado de Goiás. “Temos no Estado servidores, entre ativos e inativos, que têm diversos benefícios, e estamos olhando para isso com muita atenção”, disse ele.

 

Zé Eliton destacou que, ao estabelecer as metas prioritárias, o governo o faz com o olhar no orçamento do Estado. “No projeto aprovado para 2018, já está previsto o impacto de todas as medidas anunciadas no final do ano”, conclui.

 

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