Relatório de gestão fiscal divulgado pela Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) mostra que as contas do governo estadual estão equilibradas. O levantamento traz os valores e os percentuais das relações da Dívida Consolidada Líquida e Receita Corrente Líquida; da Dívida Consolidada Líquida e Produto Interno Bruto (PIB), e o Resultado Primário, de 2011 a 2017. Os dados estão disponíveis no portal Goiás Transparente (http://www.transparencia.go.gov.br).

A relação entre Dívida Consolidada Líquida (DCL) e Receita Corrente Líquida (RCL) funciona como parâmetro para o limite de endividamento estabelecido pelo Senado Federal. De acordo com a resolução do Senado, o limite percentual para os estados e o Distrito Federal é inferior a 2%. Em 2011, Goiás apresentava percentual entre a DCL e a RCL de 1,08%. Em 2017, o número caiu para 0,95%. A Receita Corrente Líquida era, em 2011, 12.632,185 bilhões. Em 2017, ascendeu para 19.438,695 bilhões. Já a Dívida Consolidada Líquida, superior a RCL em 2011 (13.679,136 bilhões), hoje está inferior: 18.490,047 bilhões.

Na relação Dívida Consolidada Líquida (DCL) e Produto Interno Bruto (PIB), também houve queda no percentual, o que aponta menor comprometimento da receita do Estado. Em 2011, o percentual estava em 11,28%. Em 2016, decresceu para 10,23%. Houve elevação do PIB de 121.297 bilhões (2011), para 178.948 bilhões (2016). A DCL, por sua vez, passou de 13.679 bilhões para 18.306 bilhões.

O resultado primário foi positivo em 2016 e em 2017. Em 2016, de 1.120.418 bilhões; e em 2017, de 837.614 milhões.

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