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O palestino Jamal Musleh, 20, morreu na Faixa de Gaza, neste sábado (30), em consequência dos ferimentos sofridos um dia antes em confrontos com soldados israelenses.

De acordo com o porta-voz dos serviços de resgate do território palestino, Ashraf al-Qudra, o jovem foi baleado no peito por soldados israelenses na fronteira com Israel, delimitada por uma barreira de segurança.

A morte de Musleh eleva para 13 o número de palestinos mortos desde o anúncio do presidente dos EUA, Donald Trump, no início de dezembro, quando disse que reconhecia Jerusalém como capital de Israel. Em 11 casos, a morte foi decorrente de confrontos -os outros dois óbitos ocorreram em um ataque aéreo israelense sobre Gaza.

A fala de Donald Trump sobre Jerusalém enfureceu os palestinos e deflagrou uma onda de críticas no mundo, especialmente na ONU.

Os embates iniciados nesta sexta (29) entre palestinos e forças israelenses deixaram cerca de 50 feridos em Gaza, segundo as autoridades do Hamas. Outros 15 ficaram feridos na Cisjordânia ocupada, segundo o ministério palestino da Saúde.

Também na sexta, dois foguetes disparados da Faixa de Gaza foram interceptados pelo sistema de defesa aérea israelense, e um terceiro caiu no lado israelense da fronteira sem causar vítimas.

Em resposta, Israel bombardeou duas posições do Hamas, também sem deixar vítimas, por considerar que o movimento islamista é responsável pelos disparos de foguete do encrave palestino. (Folhapress)

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