Papa diz que a venda de cigarros não contribui para a saúde das pessoas (Foto: Agência Brasil/ Fotos Públicas)
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O papa Francisco ordenou nesta quinta-feira (9) a proibição da venda de cigarros no Vaticano a partir de 2018 devido aos problemas de saúde que causam.

"A razão é muito simples: a Santa Sé não pode contribuir para uma atividade que afeta claramente a saúde das pessoas", esclareceu em um comunicado o porta-voz do Vaticano, Greg Burke.

"Apesar de que a venda de cigarros a funcionários e aposentados a um preço reduzido constitui uma boa de renda para a Santa Sé, nenhum benefício é legítimo se custa a vida das pessoas", acrescenta a nota.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, o tabaco é responsável pela morte de mais de 7 milhões de pessoas no ano, disse ainda o Vaticano. O papa, que teve problemas em um pulmão quando era jovem, não fuma.

O Vaticano tem cerca de 6 mil funcionários e recebe milhares de visitantes por dia. Suas lojas são isentas de impostos.

Em 2002, o Vaticano promulgou uma lei que proibia o fumo em locais públicos.

(FOLHA PRESS)

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