ataque walmart

Três pessoas morreram nesta quarta-feira (1º) após serem alvejadas por um atirador dentro de uma loja do Walmart no Colorado, a oeste dos EUA.

As vítimas foram dois homens, que morreram no local, e uma mulher, que chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.

O autor dos disparos, identificado como Scott Ostrem, 47, que havia fugido em um Mitsubishi Mirage vermelho, foi capturado pela polícia na manhã desta quinta (2).

Os detalhes não foram informados.
Victor Aliva, porta-voz do Departamento de Polícia de Thornton, disse que ele escolheu os alvos aleatoriamente e saiu da loja sem proferir uma palavra.

A descrição do atirador divulgada pela polícia tem como base imagens das câmeras de segurança: um homem branco, que estava vestindo uma jaqueta preta, camisa marrom e jeans azul.

Mesmo sem nenhum grupo terrorista ter reivindicado a autoria do tiroteio, a polícia disse que ainda não é possível descartar nada.

Os nomes das vítimas não foram divulgados.

A 9News, filiada da NBC, entrevistou uma mulher cujo filho estava no Walmart e relatou ter ouvido cerca de 30 tiros dentro da loja.

À Reuters Aaron Stephens, 44, de Thornton, disse que estava no Walmart quando ouviu tiros e o som de balas ricochetas. "Os funcionários começaram a gritar, e os clientes começaram a gritar." Houve correria em direção à saída da loja. "Eu também corri para fora, porque eu não queria ser baleado."

O Walmart é parte do Thornton Town Center, um complexo comercial a poucos passos da Interstate 25 em Thornton, uma cidade de cerca de 136 mil habitantes nos subúrbios a norte de Denver.

Do lado de fora da loja, ao lado de restaurantes de cadeia, complexos de apartamentos e lojas de suprimentos domésticos, familiares de compradores e funcionários se reuniram para aguardar por informações sobre seus parentes, mesmo após a polícia ter advertido para que as pessoas evitassem o local.

No mês passado, um atirador matou 58 pessoas em Las Vegas, no mais sangrento tiroteio da história recente dos Estados Unidos.

Segundo um estudo divulgado em outubro, ao menos 33 mil pessoas morrem anualmente por armas de fogo nos Estados Unidos, um país onde a posse de armas está prevista na Constituição e comprar uma pistola ou fuzil não representa grandes dificuldades.

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