José Maria Marin. (Foto: EBC)
JOSE MARIA MARIN EBC

A juíza Pamela K. Chen aceitou pedido da procuradoria dos Estados Unidos que solicitou proteção ao júri que julgará a denúncia contra o ex-presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) José Maria Marin.

Segundo decisão da juíza da corte do Brooklin, em Nova York, os jurados não terão suas identidades divulgadas. Eles estarão sob proteção do Estado americano.

O Departamento de Justiça dos EUA argumentou que a cobertura da mídia e os "interesses econômicos, penais e econômicos em jogo resultaram em tentativas de obstruir a Justiça e impedir a informação de chegar ao governo e ao público". Os procuradores, então, alegaram que o júri deveria ser oculto, "parcialmente sequestrado".

Isso determina que seus membros não terão nomes divulgados e ficarão isolados durante o julgamento.

A defesa de Marin apresentou um recurso para que a juíza não aceitasse o pedido, mas foi derrotada.

Marin cumpre prisão domiciliar nos EUA. Ele será julgado a partir do dia 6 de novembro, em Nova York, acusado de ter recebido propinas para conceder contratos na CBF para a Copa do Brasil, Copa América e Copa Libertadores. O atual presidente da entidade, Marco Polo Del Nero, também foi indiciado por corrupção, em 2015. Desde então, não deixa o Brasil por temor de ser preso no exterior.

Dos mais de 40 cartolas indiciados no casos, Marin, o ex-presidente da Conmebol Juan Angel Napout e o ex-presidente da Federação Peruana de Futebol Manuel Burga são os únicos que se recusaram a admitir culpa e colaborar com as investigações. (Folhapress)

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