Harlei ao lado de Marcelo Almeida. (Foto: Rosiron Rodrigues)
marcelo harlei

"Um ano sem margem para erros". Assim o presidente Marcelo Almeida projeta a próxima temporada para o Goiás Esporte Clube, ano que ele destaca que a agremiação tem a obrigação de retornar a elite do futebol nacional. Um insucesso pode fazer com que a estrutura esmeraldina deixe de funcionar da forma atual.

Nesta quinta-feira (16), em entrevista ao programa Debates Esportivos (Rádio 730), o mandatário esmeraldino falou do planejamento para 2018 e confirmou que vem sendo auxiliado pelo hoje empresário e ex-jogador Roni que já defendeu o Goiás, mas que fez história no Vila Nova e Fluminense.

Marcelo Almeida também falou da contratação de um homem para o futebol, setor que está vago na Serrinha e afirmou que Harlei pode voltar ao Verdão para ser um dos seus homens de confiança na administração do clube.

Confira alguns trechos da entrevista de Marcelo Almeida. 

Roni

Ele é uma pessoa amiga do clube, da diretoria e meu amigo. Ele faz parte de um grupo de empresários de que quando vamos contratar, será um dos que vamos consultar. O Roni é um deles, mas tem também o Fábio Melo, Cristian Manica, tem o Nelson que é lá do Rio Grande do Sul, tem o Edinho e outros. O Roni é uma figura a mais. Se faz necessário uma pessoa de confiança e ele faz parte deste grupo de empresários que está ao meu lado neste processo de planejamento de 2018.

Diretor de Futebol

- Eu acho fundamental um nome para o setor e confesso já fui atrás de alguns nomes. Esse cargo é muito complexo. É preciso ser de extrema confiança e precisamos dar o aval para ela nas decisões para contratação de jogadores que as vezes até não conhecemos. Até o momento não encontrei uma figura que me passasse essa confiança plena para que eu pudesse passar um cheque em branco para ele sair e contratar jogadores. Foram oferecidos nomes conhecidos e não tão conhecidos, mas considerei as pedidas altas para o momento do Goiás.

Harlei

- Ele é extremamente honesto e de confiança, foi um grande ídolo e tem um processo de identificação muito grande com o clube. Uma pessoa que tem esses adjetivos em seus curriculo eu não tenho como dispensar. Gostaria muito caso eu venha ser presidente, dele na minha equipe de trabalho. Agora no futebol eu disse que não queria ele nesta área. Quero ele junto comigo no dia a dia da presidência e administrativa do clube. Agora estar no futebol eu não quero.

 

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