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Técnico Hélio dos Anjos. (Foto: Rosiron Rodrigues - Goiás EC)
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Hélio dos Anjos como técnico do Goiás Esporte Clube saiu do banco de reservas, derrotado pelo Vila Nova em apenas uma oportunidade. Isso aconteceu em 1999, no tão comentado 5 a 3 no Serra Dourada. No 1º Turno do Goianão 2018, ele não foi o comandante próximo as quatro linhas, já que devido a uma suspensão, foi substituído pelo auxiliar Guilherme dos Anjos.

Profissional vibrante e que tem como uma das principais características o trabalho motivacional, Hélio bate na tecla nas palestras com os jogadores que o clássico é um jogo diferente. Neste sábado (3), as 17 horas, no Estádio Olímpico, essa a rivalidade terá mais um capítulo escrito.

“Conversei com o grupo sobre o diferencial que é esse confronto e a questão de ter que se envolver emocionalmente com a história do clássico. Não posso dizer que é um jogo qualquer. Meus jogadores precisam se envolver com isso. Ganhar do Vila não é qualquer coisa, eu penso assim. É sempre um grande adversário”.

Além da questão emocional, o técnico esmeraldino também ressalta a dificuldade de encarar o Tigrão que está invicto no Campeonato Goiano. “Não podemos deixar de frisar que o Vila Nova é mais qualificado do que as últimas equipes que enfrentamos. A pontuação mostra isso e a rivalidade também, coisa que sempre vai existir e faz do futebol, é o que alimenta o futebol goiano”.

1º Clássico

O Vila Nova Futebol Clube com gol do volante Geovane, venceu o primeiro confronto entre as duas equipes em 2018. Hélio dos Anjos não ficou nada satisfeito com o rendimento do Goiás e também não explicou para a imprensa os motivos que levaram seu time a cair diante do rival.

“Não discuto a superioridade do Vila Nova naquele jogo, tanto que ganhou. Nesse jogo sabe o que eu vi de problemas no jogo, o grupo sabe disso, porém não vou externar isso publicamente”.

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