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LEO BURLÁ
RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) - Longe de resolver todos os problemas financeiros do Fluminense, cuja dívida gira na casa dos R$ 440 milhões, o patrocínio master da Valle Express, empresa de franquias de cartões, traz algum alívio para as finanças tricolores.

O acordo será válido por 2 anos e renderá um valor fixo de aproximadamente R$ 9 milhões para os cofres do clube por ano. Este montante ainda pode aumentar por conta de cláusulas existentes no contrato, que prevê participação do Fluminense em receitas de produtos oriundos da parceria.

"Nós não viemos aqui só para pôr dinheiro, aparecer e ir embora. Viemos para ficar. Viemos para ajudar o clube a criar novas receitas", disse César Malta, presidente da empresa com sede em Barbacena, Minas Gerais.

Antes de fechar acordo com a Valle Express, os tricolores conversaram com a Caixa, a maior investidora do futebol brasileiro. A impossibilidade de tomar empréstimos com outros bancos, algo não previsto nos acordos com outros clubes, teria sido, de acordo com pessoas do clube, impeditiva.

"Esse valor é melhor do que a Caixa nos deu, principalmente em relação às obrigações que a Caixa dá como contrapartida, que não são poucas", afirmou Marcus Vinicius Freire, CEO tricolor.

O clube não contava com uma parceira principal desde a saída do grupo Viton 44, que rompeu unilateralmente o acordo no início de 2016. Desde então, o Fluminense só fechou pequenos contratos pontuais.

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