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Paolo Guerrero. (Foto: Gilvan de Souza)
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Desde que foi suspenso por uso da substância benzoilecgonina, o contrato de Guerrero com o Flamengo está suspenso. A revelação foi feita por Flávi Willeman, vice-presidente jurídico do clube, ao blog "Ser Flamengo".

O dirigente afirmou que tal medida está amparada pela Lei Pelé, que garante que o clube fique isento de pagar os salários do jogador desde que ele fique impedido de atuar em "decorrência de ato ou evento de sua exclusiva responsabilidade, desvinculado da atividade profissional".

"O Flamengo nada mais fez do que cumprir o contrato. O contrato está suspenso, está previsto na legislação, está previsto no contrato. Enquanto o contrato está suspenso, ele não recebe do clube e a decisão foi muito bem recebida por ele porque é justo, está no contrato e na legislação", disse Willeman.

O vice jurídico ressaltou ainda que o Flamengo acompanha o caso, mas não tem participação direta no julgamento da questão, já que o problema é de foro pessoal do jogador, que foi flagrado no exame após a partida entre Peru e Argentina, pelas Eliminatórias.

"Temos envolvimento total. Não em relação ao atleta com a FIFA, isso aí é um problema pessoal e o atleta contratou os advogados e se defendeu, acho que se defendeu muito bem. Por tudo que eu acompanhei, o atleta pode ter sido induzido a tomar um chá, que pode ter sido uma contaminação mínima, mas uso de drogas jamais", acrescentou.

Guerrero teve sua pena reduzida para seis meses, mas a sua defesa tem a expectativa de reverter integralmente a pena. A Corte Arbitral do Esporte (CAS) será responsável pela análise.

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