Foto Divulgação instituto Mauro Borges
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O Produto Interno Bruto (PIB) de Goiás – a soma de todas as riquezas produzidas em um ano no Estado – voltará a crescer em 2017 e registrará alta de 0,8%, afirmou nesta quinta-feira a superintendente do Instituto Mauro Borges, Lillian Maria Silva Prado. A projeção foi apresentada junto aos números consolidados do PIB de 2015, em entrevista coletiva na Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento (Segplan).

A alta projetada do PIB goiano será 0,1 ponto porcentual maior que a previsão para o índice nacional, de 0,7%. Segundo Lillian Prado, a previsão se deve ao fato de que os indicadores econômicos de Goiás dão sinais positivos – aumento do emprego, crescimento das exportações e as acelerações das produções industrial e agropecuária, além de investimentos em infraestrutura em todo o Estado pelo Governo de Goiás por meio do Programa Goiás na Frente.

Lillian Prado avalia que o pior da crise econômica brasileira já passou e que a economia goiana, a exemplo da brasileira, vai fechar este ano com números positivos. Com a alta de 0,8%, Goiás movimentará R$ 186,13 bilhões em 2017, segundo o IMB/Segplan.

Em 2015, a economia de Goiás movimentou R$ 173,63 bilhões, valor R$ 8,62 bilhões acima do registrado no ano anterior (R$ 165,01 bilhões). A renda per capita dos goianos chegou a R$ 26.265,32, com crescimento de 3,83%, embora naquele ano a crise econômica tenha chegado no seu momento mais agudo, fazendo com que todas as Unidades da Federação tivessem taxas negativas do Produto Interno Bruto (PIB).

O PIB goiano, consolidado pelo Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos, da Secretaria de Gestão e Planejamento (IMB/Segplan), em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), caiu 4,3% na comparação com 2014 e a taxa média nacional recuou 3,5%. Todos os Estados tiveram taxas negativas do PIB em 2015.

Embora em volume a produção goiana tenha sofrido queda em 2015, de -4,3%, em valor corrente o PIB goiano de R$ 173,63 bilhões surpreendeu pois foi maior do que o estimado pelo IMB/Segplan (R$ 171,34 bilhões). “Isso ocorre quando, mesmo que o volume produzido de alguns bens apresente queda, o preço não foi afetado e em alguns casos houve elevação”, disse Lillian Maria Silva Prado.

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