Concurso deve ter edital divulgado no ano que vem (Ilustração: Prefeitura de Goiânia)
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Uma das principais carências da Agência Municipal do Meio Ambiente de Goiânia (AMMA) é o efetivo em alguns departamentos, principalmente na área de fiscalização. O presidente da agência, Gilberto Marques Neto, explicou ao Diário de Goiás que o órgão já iniciou estudos para a viabilização de novo concurso público.

De acordo com o presidente, estão sendo levantadas informações em cada uma das diretorias da AMMA para saber a necessidade real de cada local, confrontar com os custos de se contratar mais funcionários e aí sim no segundo semestre de 2018, realizar um novo concurso público.

“Nós estamos estudos para que tudo ocorra da maneira mais viável para a prefeitura e vamos fazer não só para auditores fiscais, mas também para técnicos fazerem análises de licenciamentos, para a área jurídica, entre outras. Estamos evitando fazer compromissos que gerem gastos para a prefeitura neste primeiro momento sabendo da dificuldade financeira que a prefeitura está passando. Há intenção é que a partir do segundo semestre do ano que vem, já queremos publicar o edital deste concurso. Estamos analisando dentro de cada diretoria da AMMA para saber a necessidade, a demanda de cada local, para saber a quantidade certa. Tivemos aposentados recentemente, funcionários que foram licenciados, afastados, estamos procurando identificar desvio de funções, para deixar as pessoas nas suas devidas funções”, explicou.

Para se ter ideia, na área de combate à poluição sonora, atuam 61 fiscais. De acordo com o presidente da AMMA, Gilberto Marques Neto, cidades como Uberlândia, no Triângulo Mineiro e Campo Grande em Mato Grosso do Sul, que são menores do que Goiânia tem uma quantidade muito superior de fiscais.

“Não conseguimos atender de forma suficiente. Por falta de efetivo. Acreditamos que a partir do ano que vem estamos caminhando para fazer um concurso público. Para se ter ideia, cidades menores que Goiânia, como Uberlândia (MG) e Campo Grande (MS) tem entre 180 e 200 fiscais e Goiânia só tem 61”, afirmou.

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