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manifestacao em frente a justica federal em goiania foto samuel straioto


Cerca de 300 manifestantes fazem protesto neste momento em frente à sede da Justiça Federal em Goiás, na Rua 19, no Centro de Goiânia. O ato é em defesa ao ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, no mesmo instante em que ocorre o julgamento dos recursos apresentados pela defesa de Lula, no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre (RS). A defesa do ex-presidente contesta a condenação a nove anos e seis meses de prisão, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, imposta a ele pelo juiz federal Sergio Moro.

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Participam do ato representantes de várias entidades como: Partido dos Trabalhadores (PT), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Movimento dos Sem Terra (MST), entre outras.

Ao Diário de Goiás, a presidente do PT em Goiás, Kátia Maria afirmou que a condenação de Lula prejudica a democracia. A petista explicou a reportagem que independente do resultado do julgamento o partido continua com a estratégia de defender os direitos políticos de Lula para que possa ser candidato as eleições deste ano.

“Se o tríplex não é do Lula ele tem que ser inocentado. Qualquer coisa fora disso prejudica a democracia. Nós queremos eleições livres e ele será nosso candidato a presidente da República. Aqui em Goiás nós estamos no mesmo foco. Vamos dialogar com quem apoiar o projeto do presidente Lula, dentro de um bloco que pretendemos construir com partidos de esquerda a nível nacional. Independentemente do resultado no TRF 4, nós temos a manutenção da estratégia de tê-lo como presidente da República”, afirmou a presidente do partido Kátia Maria.

O diretor secretário administrativo da CUT em Goiás, Napoleão da Costa, também discorda de uma possível condenação do ex-presidente Lula. “O que está em jogo é o direito do presidente de se candidatar, de participar das eleições. Estamos defendendo a democracia”, declarou o sindicalista.

A Rua 19 foi fechada devido ao protesto. A Polícia Militar ajuda no isolamento da área e do controle do trânsito. Não há nenhum agente da Secretaria Municipal de Trânsito (SMT) no ponto onde ocorre o ato.

 

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