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Marconi Perillo em entrevista. (Foto: Walter Alves)
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Nos últimos dias de 2017, o governador Marconi Perillo concedeu mais de uma dezena de entrevistas, algumas exclusivas, a vários órgãos de imprensa de Goiás e do Brasil. Em praticamente todas elas foi chamado a analisar o legado que seus quatro mandatos deixam para a história da gestão pública de Goiás. Na última delas, edição deste domingo (31) do jornal “O Popular”, reiterou que em 15 anos à frente do governo do Estado conseguiu grandes transformações nas políticas sociais, inspirando o governo Federal e outros estados a adotarem o modelo criado em Goiás.

Resumiu as principais ações na área citando a Bolsa Universitária, o Bolsa Família e o Renda Cidadã, que inspiraram programas federais e em outros estados. Como ações inovadoras e de transformação, alinhavou também várias obras marcantes, a diversificação da economia e a competente gestão fiscal que possibilitou viabilizar todas as ações de governo.

O crescimento da economia goiana é outro legado constantemente destacado pelo governador. Com a dedicação, os esforços e a determinação de empresários e trabalhadores, os governos de Marconi estiveram sempre na vanguarda das políticas públicas que incentivaram a modernização econômica de Goiás, seja através dos incentivos e benefícios fiscais ou das políticas tributárias diferenciadas para as cadeias produtivas.

Na entrevista ao jornal “O Popular”, recordou que assumiu o governo, em 1999, com um PIB de R$ 17 bilhões e, 18 anos depois, o entrega com quase R$ 200 bilhões. “Multiplicou-se também o volume de exportações e empregos. Temos um saldo positivo de aproximadamente 40 mil empregos neste ano, que é o primeiro sinal do pós-crise”, destacou, observando que as exportações foram multiplicadas por vinte.

Depois de afirmar que deixa ainda “um legado enorme na área da Saúde, da Educação e da Segurança Pública”, o governador destacou ainda as constantes reformas implementadas por suas gestões, responsáveis pelo enxugamento da máquina pública, assegurando o pagamento em dia dos salários e do 13º no mês do aniversário.

“Goiás tem a menor estrutura de secretarias do País; só temos dez secretários ordinários”, disse ao comentar a gestão das contas públicas.  “Um dado importante é que Goiás tinha o maior endividamento proporcional do País. Em 1999, precisávamos de 3,6 anos de arrecadação total anual para pagar dívida externa e, nesse ano, precisamos de 0,95. Em relação à dívida externa, Goiás pagou R$ 25,5 bilhões de juros e serviço de dívida externa; se corrigirmos pelo IPCA, isso chega a R$ 40,2 bilhões. Importante dizer que, se corrigirmos pelo IPCA o que foi pago de juros da dívida nos meus dois primeiros governos, chegamos a mais de R$ 10 bilhões. Naqueles anos, tomamos apenas US$ 65 milhões (cerca de R$ 215 milhões) de empréstimos. Ou seja, pagamos dívidas de outros governadores e não tínhamos dinheiro para fazer investimentos. Agora, nesses últimos dois governos, pela primeira vez, continuamos pagando dívidas, mas também tivemos oportunidade de fazer operações de crédito que resultaram em benefícios, principalmente infraestrutura”, detalhou.

Assunto atual e polêmico, a concessão de algumas rodovias estaduais à iniciativa privada foi justificada pelo por ele durante a entrevista. Marconi disse que nenhuma rodovia será levada à concessão sem que haja contrapartidas por parte das concessionárias. “A contrapartida será, em até oito anos, a concessionária duplicar as rodovias ainda não duplicadas. Essas contrapartidas justificam esse tipo de iniciativa de concessão, porque o governo precisará de muito mais dinheiro para realizar essas obras. É uma forma de garantir a manutenção das rodovias e, ao mesmo tempo, investimentos novos que serão muito benéficos à população dessas regiões”.

Considerou que a vantagem da concessão é ter rodovias como as de São Paulo, permanentemente bem conservadas. Salientou que as rodovias a serem colocadas em licitação “estão muito boas”, citando as duplicações nas GOs 020, 080 e 070, já concluídas, e as de Goiânia a Senador Canedo e de Morrinhos até Caldas Novas, em fase final de duplicação. “Obras boas, sinalizadas e algumas com iluminação”, reiterou.

Em resumo, discorreu sobre os avanços importantes que suas administrações conseguiram para Goiás. Ao referir-se especificamente a 2017, mencionou investimentos superiores a R$ 200 milhões na Saúde, boa parte empregada nos Credeqs e hospitais em construção. Registrou avanços também na Educação, como destaque no Ideb e com quase 30 escolas prontas para serem inauguradas.

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